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Pimentos recheados

por Paula, em 04.08.15

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Rola o tempo sem que se dê conta e com ele as estações do ano. Agora, é hora de comungar com os bons frutos e legumes que o Verão nos proporciona. À minha cozinha, têm chegado pimentos em quantidade suficiente para consumir de imediato, mas também para abastecer o congelador e a dispensa para os dias mais frios. E tal qual formiga, é  isto que tenho feito nestes últimos dias.

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Pese embora a importância de conservar os pimentos que me chegam em quantidade, também os consumo frescos. Tinha, efectivamente, outra ideia para cozinhar estes pimentos coloridos, mas ao encontrar, por mero acaso, uma receita de pimentos recheados na revista do Continente n.º 49, de Outubro de 2014, não hesitei e adaptei-a ao meu gosto e aos ingredientes que ainda repousavam na bancada da minha cozinha sem destino certo.

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 INGREDIENTES

4 pimentos coloridos

1 dente de alho, picado

Sal e pimenta q.b.

Azeite q.b.

Um molho (ou uma embalagem) de espinafres, arranjados

200 g de queijo feta

200 g de queijo creme

Orégãos q.b.

2 queijos mozarela

 

PREPARAÇÃO

Pré-aquecer o forno a 180.º C. Forrar um tabuleiro com papel vegetal e reservar.

 

Cortar os pimentos ao meio e retirar as sementes e as nervuras brancas. Regar com um pouco de azeite e temperar com sal, pimenta e o alho picado. Levar ao forno durante cerca de 15 minutos.

 

Entretanto, num robô de cozinha, colocar os espinafres, o queijo feta e o queijo creme e triturar até obter um creme. Temperar com um pouco de sal, pimenta, orégãos e azeite e envolver tudo muito bem.

 

De seguida, retirar os pimentos do forno e, com a ajuda de uma colher, recheá-los com o preparado de espinafres.

 

Finalmente, cortar os queijos mozarela em rodelas e dispor por cima dos pimentos recheados. Levar novamente ao forno por mais 10 minutos ou até o queijo derreter e ficar dourado.

 

Servir com arroz basmati ou com uma salada fresca.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Clafoutis de tomate-cereja

por Paula, em 26.05.15

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O Verão sabia a mar. Era tempo de ansiar por uma ida à praia, verdadeiro sinónimo de que o calor e os dias longos tinham vindo para ficar. As brincadeiras prolongavam-se pela noite dentro. Sem pressas. Olhavam-se as estrelas, inventavam-se histórias e a melodia das gargalhadas vivas soltavam-se pelo ar em compassos combinados com os murmúrios das ondas. Era o meu tempo de alegria. De liberdade. Os mergulhos na água salgada traduziam-se no êxtase dos dias. Quando a pele ficava engelhada e o frio vencia a vontade de sonhar em sal, era tempo de alimentar o corpo.

 

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O tomate, enquanto fruto da época das alegrias e liberdades – a mais cool do ano - devolve-me este espírito desenhado em mapas de rotas perdidas que já não consigo encontrar. Agora, são os pratos que delineiam outros rumos e que tomam o leme do novo curso da vida. Novo, sim; mas nem por isso menos interessante e prazenteiro.

 

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INGREDIENTES

 

500 g de tomates-cereja

Azeite q.b.

3 dentes de alho, picados

1 chávena de manjericão fresco, picado

Orégãos q.b.

4 ovos

300 ml de leite

120 g de farinha, peneirada

60 g de queijo parmesão ralado

Sal e pimenta q.b.

 

PREPARAÇÃO

 

Pré-aquecer o forno a 200.ºC.

 

Aquecer o azeite numa frigideira e adicionar os alhos picados. Saltear por um minuto. De seguida, juntar os tomates-cereja e metade do manjericão. Deixar cozinhar cerca de dois minutos.

 

Colocar os tomates-cereja em travessas individuais, ligeiramente fundas, que possam ir ao forno.

 

Entretanto, bater os ovos com a farinha, o leite e o queijo. Temperar com sal e pimenta e um pouco de orégãos.

 

Verter o preparado sobre os tomates-cereja, juntar o restante manjericão e levar ao forno durante vinte minutos ou até prender.

 

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Esta versão salgada do clafoutis é óptima para fazer e levar para um piquenique em dia de praia. É leve. Os seus aromas frescos combinam bem com dias tranquilos e quentes.

 

Nota: Receita retirada da Continente Magazine n.º 49, de Outubro de 2014

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

 

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Peito de frango recheado

por Paula, em 26.04.15

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Uma das afirmações que ouço com alguma regularidade, no que concerne a carne frango, é a de que não apreciam a parte do peito por ser muita seca. Ao contrário desta corrente, eu prefiro esta parte à suculenta “pernoca” da referida ave.

 

Uma forma de tornar o peito de frango mais apetecível é recheá-lo. Por isso,  sugiro um peito de frango recheado com um saboroso queijo-creme com alho e ervas aromáticas. Sem margem para dúvidas: de-li-ci-o-so!

 

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INGREDIENTES

2 peitos de frango

150 g de queijo-creme com alho e ervas aromáticas*

Sal e pimenta a gosto

1 rodela de gengibre fresco, ralado

Espargos q.b.

Azeite q.b.

 

PREPARAÇÃO

Aquecer o forno a 200.ºC.

 

Abrir os peitos de frango ao meio, com a ajuda de uma faca. Temperar com o sal, a pimenta e o gengibre. Rechear com o queijo-creme e fechar com a ajuda de uns palitos.

 

Dispor em travessa forrada com papel vegetal e regar com um pouco de azeite ou manteiga.

 

Cobrir a travessa com papel de alumínio e levar ao forno durante 30 minutos. Ao fim desse tempo, retirar o papel de alumínio e deixar que a carne aloure.

 

Servir com espargos cozidos em vapor e arroz negro.

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* Pode fazer o seu próprio queijo-creme, juntando o queijo, alho e ervas aromáticas a gosto, mexendo tudo muito bem.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

 

Música: "The days of wine and roses", by Laverne Butler

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40 e então?

por Paula, em 13.06.14

 

Ontem foi dia de festa em Lisboa. Todavia, a minha ida à Avenida da Liberdade nada teve que ver com a celebração do dia de Santo António. Não. Sem me aperceber, comprei bilhete para assistir à peça “40 e então?” para a noite mais folclórica e animada da capital.

 

A bilheteira ainda estava encerrada quando cheguei ao Teatro Tivoli. Lá fora, a agitação já era muita: televisão, carros de apoio, bancadas, muitas pessoas – famílias inteiras, grupos de amigos, vendedores de manjericos e turistas – escolhiam o lugar para assistir ao tradicional desfile das Marchas de Lisboa. Ouvem-se os acordes da música que acompanha o primeiro bairro, mas permaneço onde estou, sentada nas escadas que dão acesso à sala de espectáculo. Quero rever três actrizes fabulosas em palco.

 

40 e então?

Créditos da imagem:http://www.uau.pt/

 

Dez anos depois, Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique regressam ao palco, depois do sucesso de “Confissões das Mulheres de 30” a que tive o imenso prazer de assistir, trazendo consigo muitas histórias com as quais qualquer mulher na idade da ternura se identifica. São histórias comoventes, divertidas, hilariantes e repletas de afectos, contadas por várias mulheres com vivências diferentes que ganham vida pelos sapatos que calçam: a mãe que deixa de ter nome para ser chamada apenas a mãe de X, mulher de y; a mulher que se vai divorciar depois de se dedicar ao mesmo homem desde a adolescência, a mulher que quer viver a sua sexualidade em pleno, a mulher que quer iniciar uma carreira aos 40! Sim, aos 40 e então? E muito, muito mais. É um espectáculo para todas as mulheres e, já agora, para os homens também.

 

40 e então?

Créditos da imagem:http://www.uau.pt/

 

Nesta peça, em cena no Teatro Tivoli, as actrizes dão voz a textos seus e das autoras Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Leonor Xavier, Sílvia Baptista, Sónia Aragão, Rita Ferro e Rute Gil. A direcção é a da Sónia Aragão. Está em cena de quinta-feira a Sábado, às 21h30, e aos Domingos, às 16h30, sendo que os preços à quinta-feira têm o valor único de 10€, sem lugar marcado.

 

 

 

RISOTTO DE ABÓBORA E SALVA FRITA

 

Para completar a noite, um risotto fácil de confeccionar e absolutamente delicioso. A salva frita em manteiga é divina.

 

Risotto de abóbora e salva frita

 

 

INGREDIENTES

250ml de arroz arbóreo

1 chalota, picada

80 ml de vinho branco

200g de abóbora cortada em pequenos pedaços

Caldo de legumes ou água, q.b., quente

Manteiga q.b.

Queijo parmesão ralado q.b. (ou outro a gosto)

Folhas de salva a gosto

Sal e pimenta q.b.

 

PREPARAÇÃO

Num tacho, colocar o azeite e a cebola e deixar alourar. De seguida, juntar a abóbora e duas folhas de salva e deixar cozinhar um pouco. Temperar com sal e pimenta. Retirar as folhas de salva. Adicionar o arroz e deixar fritar ligeiramente. Refrescar com o vinho e deixar que este evapore.

 

É então altura de começar a adicionar o caldo de legumes, tendo como medida uma concha de sopa. Deverá juntar-se concha a concha e deixar que seja absorvido antes de adicionar a seguinte, até o arroz estar cozido.

 

Acrescentar um pouco de manteiga e o queijo. Envolver.

 

Numa frigideira, colocar a manteiga e cerca de seis folhas de salva. Fritar até as folhas até ficarem com um aspecto estaladiço. Finalizar o arroz com estas folhas e a manteiga. 

 

Bom apetite!

Que bos faga bun porbeito!

 

 

Na minha cabeça ainda ecoam algumas frases do espectáculo que, infelizmente, não consigo reproduzir com fidelidade: Aprendi que a cultura não é só cinema, teatro, leitura... aprendi que cozinhar algo de que gosto, conversar com a família ou ver o pôr-do-sol no meu terraço também me preenche. Aprendi que, aos quarenta, a vida ganha um fôlego diferente. Sim, aos 40 e então?

 

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Sopa de cebola em Alfama

por Paula, em 29.04.14

Reprodução de

Reprodução do quadro "O Fado", de José Malhoa, exposta na Loja dos Descobrimentos

 

Quem passar por Alfama, não pode perder a Rua dos Bacalhoeiros, onde pululam lugares interessantes. Um dos que visitei recentemente fica situado ao lado da Casa do Bicos, que tanto caracteriza aquela parte de Lisboa.

 

Entrada da Loja dos DescobrimentosCasa dos Bicos e Sé de Lisboa

1. Entrada da Loja dos Descobrimentos; 2. Casa dos Bicos e Sé de Lisboa

 

A Loja dos Descobrimentos, como se chama, nasceu em 1986. É uma loja de venda de artesanato de azulejo e de olaria de Coimbra e do Alentejo onde o atendimento é uma parte da arte que ali se expõe. Para além disso, é também um atelier onde se realizam trabalhos ao vivo e onde se ministram workshops de pintura. Entrar naquele espaço é como submergir num oceano de cores, em que predomina o azul.

 

Interior da Loja dos Descobrimentos

Interior da Loja dos Descobrimentos

 

De regresso a casa, foi tempo de preparar uma sopa, utilizando as bonitas loiças que adquiri naquele espaço dedicado ao artesanato português.

 

Sopa de cebola

 

 

INGREDIENTES

 

1 c. de sopa de azeite

1 c. de sopa de manteiga

1 Kg de cebolas, cortadas finamente em meias-luas

2 c. de chá de açúcar amarelo

1 c. de sopa de farinha

1 L de caldo de galinha

0,5 L de água (aproximadamente)

1 Baguete, fatiada

Queijo mozarela (ou outro a gosto), ralado, q.b.

 

PREPARAÇÃO

 

Numa panela, colocar o azeite e a manteiga. Logo que ganhem temperatura, adicionar a cebola. Deixar cozinhar em lume médio durante cerca de 15 minutos, mexendo de vez em quando.

 

De seguida, levantar o lume e deixar cozinhar durante mais 20 minutos, até as cebolas ficarem bem alouradas. Juntar, então, a farinha (peneirada) e o açúcar. Envolver bem.

 

Adicionar o caldo e a água (suficiente para ganhar a consistência desejada) e envolver. Deixar levantar fervura e baixar o lume, deixando ferver por mais 15 minutos.

 

Entretanto, colocar o pão fatiado sob o grelhador do forno para torrar de ambos os lados. De seguida, polvilhar com queijo (enterrando-o um pouco no pão) e levar novamente ao forno para gratinar.

 

Sopa de cebola

 

Servir a sopa com o pão barrado com o queijo gratinado.

 

Não sendo uma sopa para todos os dias, é sem dúvida uma agradável surpresa pela doçura, pela textura e pelo casamento perfeito com o pão e o queijo.

 

Trabalho da Loja dos DescobrimentosSopa de Cebola

1. Painel exposto na Loja dos Descobrimentos; 2. Pormenor da sopa de cebola

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

 

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Requeijão com pêssego e lavanda

por Paula, em 24.04.14

 

Requeijão com pêssego e lavanda

 

A lavanda não é muito consensual no que à cozinha diz respeito. O seu aroma é um dos meus favoritos, mas tem estado sempre associado ao ambiente de casa ou à estética. A sua utilização na culinária ainda não tinha tido o seu tempo de antena no meu petit bistro.

 

Há uns bons meses, comprei um pacote para fazer uma panacotta. Todavia, quando me deparei com esta receita na revista El Mueble tive vontade de arriscar e fazê-la para o aniversário do meu pai. A parte boa é que consegui adoptá-la ao regime da diabetes; a menos simpática é que a maioria não apreciou o aroma e o sabor da lavanda na comida. Como gostei, aqui deixo a receita para os mais audazes.

 

 

Requeijão com pêssego e lavanda

 

INGREDIENTES

 

3 pêssegos (ou uma lata de pêssego em calda)

120g de requeijão

4 c. de sopa de mel

1 c. de chá de lavanda para uso culinário

Sumo de ½ limão

1 c. de sopa de açúcar

 

PREPARAÇÃO

Começar por lavar e tirar a pela aos pêssegos e cortá-los em rodelas. Polvilhar com açúcar e regar com o sumo de limão.

 

De seguida, começar a empratar. Para o efeito, colocar um aro de metal sobre o prato de servir e colocar camadas alternadas de pêssego e requeijão.

 

Depois, levar o mel e a lavanda ao lume até ganhar temperatura e os sabores se fundirem. Retirar e regar os pastéis de requeijão e pêssego. Deixar arrefecer e servir.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

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Chocolate com queijo da Beira Baixa

por Paula, em 23.11.11

Já aqui mencionei várias vezes a minha preferência pelos queijos da Beira Baixa. Hoje encontrei este delicioso artigo da Alexandra Prado Coelho, sobre a combinação de chocolate com o queijo da Beira Baixa, uma iniciativa da cooperativa de produtores e a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. O bombom é feito com chocolate de S. Tomé, com 70% de cacau, e o recheio contém queijo de Castelo Branco Velho DOP. Trata-se de uma iniciativa que me deixa muito feliz e com muita vontade de experimentar.

 

 

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A Beira Baixa não deve a sua popularidade só às cerejas. Quem passa por Castelo Branco ou pelo Fundão, tem que, obrigatoriamente, passar pela Soalheira. É lá que encontra aquele que é, para mim, um dos melhores queijos do País.

 

Este é o tal queijo de mistura que já tenho referido neste blogue. O meu queijo de eleição, a par do Queijo da Serra e dos de Azeitão, cuja receita original é, curiosamente, da Beira Baixa, segundo li num artigo.

  

 

Este queijo tem um sabor intenso - mas não tanto quanto o da Serra - e uma textura agradável ao paladar.  A sua utilização é bastante versátil. Tais características constituem, para mim, uma mais-valia, o que me leva a desejar que faça parte da minha cozinha. Sempre.

 

Se tenho que ralar queijo para complementar um prato, é ao queijo da Soalheira que recorro. Já várias vezes tenho substituído os famosos queijos italianos por este e não me tenho arrependido. O resultado final tem sido muito agradável.

 

E não, não tenho qualquer ligação à Soalheira ou ao senhor Joaquim. :-)

 

Bom apetite!

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Gosto de queijo. Melhor: adoro queijo! A par dos ovos é aquele ingrediente que tenho sempre em casa. Os das Beiras são a minha perdição. Não há queijo como o nosso. Provo todos os que me indicarem, mas o meu paladar e o meu coração ficam sempre com os mesmos. Os das Beiras!

Dizem que os famosos queijos de Azeitão provêem de uma receita de Castelo Branco. Conta-se que determinado cavalheiro se mudou para a Serra da Arrábida e como tinha saudades dos queijos da sua terra, mandou vir um queijeiro lá da aldeia para os fazer. Dizem, ainda, que o sabor é diferente porque o pasto da Serra da Arrábida é diferente do das Beiras. Por isso, o queijo adopta também ele um sabor distinto.

Cá por casa andava distraído um queijo de mistura da SoalheiraFundão, e já estava um pouco seco. A questão é que eu gosto deste queijo quando ainda não está completamente curado. Quando ainda o posso sentir leve e fresco, quase a derreter-se na boca. O que fazer com ele?

Resolvi dar-lhe dar um ar italiano ainda que bem disfarçado. Retirei-lhe a casca, ralei-o e coloquei-o num recipiente envolto em papel celofane que guardei no frigorifico para utilizar numa massa simples, num gratinado ou nuns bolinhos de queijo.

Desta forma, foi possível dar vida nova a um ingrediente que naquelas circunstâncias já não teria grande utilidade para  mim.

Mamma mia, que belo!

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