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Os dias correm frios, não deixando o Inverno a sua identidade por mãos alheias. Solta-se o vento norte, varrendo as ruas na sua viagem nocturna, acompanhado da fria geada. Um par tão infalível quanto a estação que os acolhe!

 

Nesta cordilheira de dias frios, ressoa o clamor pela lareira e pelos pratos quentes, divididos entre família e amigos. Nada mais se deseja do que o simples e caloroso convívio em torno da mesa, com aqueles de quem gostamos.

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INGREDIENTES:

2 embalagens de massa quebrada

1 kg de maçãs

1 limão

1 morcela

1 cebola, picada

3 c. de sopa de azeite

Óleo q.b.

250 ml de vinho do Porto branco

3 c. de sopa de mel (rosmaninho)

2 cravinhos

2 c. de sopa de manteiga

Canela moída q.b.

Noz-moscada (ralada na hora) q.b.

 

PREPARAÇÃO:

Ligar o forno a 180.º .

 

Untar um tabuleiro de formas para empadas (ou formas individuais) com um pouco de óleo (com a ajuda de papel de cozinha, para não deixar óleo a mais).

 

Cortar metade da quantidade de maçãs em pequenos cubos e regar com sumo de limão para não oxidar. De seguida, colocar o azeite numa caçarola, juntar a cebola e deixar refogar cerca de 10 minutos. Se necessário ir adicionando colheres de sopa de água para não deixar queimar.

 

Entretanto, retirar a tripa da morcela e, com ajuda de um garfo, desfazê-la. Reservar.

 

Adicionar as maçãs cortadas em cubos à cebola e deixar cozinhar cerca de 5 minutos.

 

É então altura de adicionar a morcela. Deixar cozinhar cerca de 3 minutos e envolver bem no preparado. Reservar.

 

Cortar a massa com um cortador circular (uma chávena também serve) com duas medidas diferentes: uma para a base e outra para a tampa da empada. Dispor as bases no tabuleiro das formas e rechear com o preparado da morcela. De seguida, colocar a tampa e fechar, pressionando a massa (pode utilizar um ovo batido e pincelar, para ser mais fácil). Levar ao forno cerca de 15 a 20 minutos, até a massa ficar cozida.

 

Cortar as restantes maçãs em rodelas e regar com sumo de limão. Numa sertã, colocar a manteiga. Quando esta tiver derretido, adicionar as maçãs e polvilhar com canela e noz-moscada a gosto. Saltear durante dois a três minutos.

 

Finalmente, preparar a calda. Para o efeito, levar um tacho ao lume com o vinho do Porto, o mel e o cravinho. Deixar levantar fervura e engrossar ligeiramente. Deixar arrefecer um pouco antes de servir com as empadas, rodeadas das fatias de maçãs e regadas com esta maravilhosa calda.

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O sabor da maçã torna a o gosto da morcela mais leve. Quando regada com a calda, eleva-se então a outro patamar onde o paladar descobre sabores leves e simultaneamente ricos. É uma entrada que resulta muito bem e que cria alguma expectativa quanto ao resto dos elementos que comporão a eventual ementa.

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Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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O Museu do Fado e uma sopa

por Paula, em 18.05.14

 

Fachada do Museu do FadoCorredor no Museu do Fado

 

Hoje celebra-se o Dia Internacional dos Museus. Em Lisboa, as actividades começaram ontem. Por isso, a minha tarde foi dedicada a visitar dois lugares que há muito andava para ver. Um deles era o Museu do Fado – um ícone da cidade e abrigo daquele Património Imaterial da Humanidade.

 

Corredor no Museu do Fado

 

Quem visite o Museu do Fado este fim-de-semana, contará com uma visita guiada e com a actuação de alguns artistas. A entrada para estes eventos é gratuita.

 

Corredor no Museu do Fado

 

Neste espaço, sito no Largo do Chafariz de Dentro, em Alfama, num edifício que inicialmente albergava uma estação de águas, encontra-se o quadro original “O Fado”, de José Malhoa. Agradavelmente acolhedor, convida a ficar e a ouvir o nosso Fado. No corredor que dá para o largo, uma fotografia da Amália marca a entrada. Vêem-se guitarras, lê-se um pouco da sua história, bem como a do Fado, sem esquecer o período da sanção do século passado. Mas, quem desejar entrar, ali mesmo, numa casa de fado, também o poderá fazer, pois o Museu tem uma sala onde reproduz o ambiente daqueles lugares com gravações de vários fadistas de renome a actuar no “Clube do Fado” e não só.

 

Quadro Quadro no Museu do Fado

 

Marcando o património imaterial da cidade de Lisboa desde a sua génese, há 200 anos, conhecer o Fado, quer se goste ou não do género, é quase obrigatório.

 

Caricatura no Museu do FadoCaricatura de Fernando Farinha no Museu do Fado

 

"Cantarei até que a voz me doa"

 

Cantarei até que a voz me doa

Para cantar, canto sempre o meu fado

Como a ave que tão alto voa

E é livre de cantar em qualquer lado

Cantarei até que a voz me doa.

 

Cantarei até que a voz me doa

Ao meu país, à minha terra, à minha gente

À saudade e à tristeza que magoa

Ao amor de quem ama e morre ausente

Cantarei até que a voz me doa.

 

Cantarei até que a voz me doa

O amor e a paz cheia de esperança

Ao sorriso e à alegria da criança

Cantarei até que a voz me doa.

 

Fado cantado por Maria da Fé

José Luís Gordo / José Fontes Rocha

 

 

Cartaz de Revista no Museu do FadoQuadro

 

Para o jantar, nada melhor do que confeccionar uma sopa simples com sabores e ingredientes lusitanos.

 

SOPA DE FAVAS

 

INGREDIENTES

 

1 kg de favas tenras com casca, cortadas em juliana

1 farinheira

2 batatas médias, cortadas em pequenos cubos

1 cebola picada

2 cenouras cortadas em pequenos cubos

½ molho de coentros picados

Água q.b.

Sal e pimenta q.b.

Piso de poejos q.b.

 

PREPARAÇÃO

 

Numa panela, colocar a água e a farinheira com dois palitos em cada uma das extremidades para que não rebente. Deixar cozer. Retirar e reservar.

 

De seguida, juntar os legumes ao caldo da cozedura da farinheira e deixar cozinhar. Temperar com um pouco de sal e pimenta.

 

Servir quente com uma colher chá de piso poejos e pedaços de farinheira.

 

Sopa de Favas 

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

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Casulas com toucinho fumado

por Paula, em 13.05.14

Coração de VianaGalo de Barcelos

 

Originárias de Trás-os-Montes, terra de gente de trabalho e vida dura, e enraizadas na cultura gastronómica daquela região, as casulas são, em rigor, o feijão que se colhe ainda na vagem quando o grão está bem formado, mas ainda não está seco.

 

Para fazer parte da mesa durante os rigorosos Invernos, as vagens são partidas em pedaços e colocadas a secar ao sol durante vários dias. Depois de bem secas, acondicionam-se até chegar a quadra Carnavalesca, altura em que se faz o famoso prato de casulas com butelo, um enchido que é preparado com ossos esmagados, típico da região transmontana.

 

Casulas com toucinho fumado

 

INGREDIENTES

 

200g de casulas

1 folha de louro

1 pé de segurelha

1 c. de sopa de azeite

1 cebola picada

1 dente de alho picado

150g de tomate em conserva (em pedaços)

½ chouriço, sem pele e cortado às rodelas

200g de toucinho fumado, cortado em pedaços

Sal e pimenta q.b.

Caldo q.b.

½ ramo de salsa picada

 

PREPARAÇÃO

 

Numa panela de pressão, colocar as casulas, previamente lavadas, a folha de louro e a segurelha. Cobrir com água e levar ao lume. Deixar ferver cerca de 40 minutos.

 

De seguida, preparar o refogado. Num tacho colocar o azeite e a cebola e deixar alourar. Adicionar o alho e o tomate e deixar apurar um pouco.

 

Juntar o toucinho e o chouriço e deixar que libertem osa sabores. É então altura de juntar as casulas que se retiram do caldo com a ajuda de uma escumadeira. Regar com um pouco do caldo da cozedura das casulas. Temperar com um pouco de sal e pimenta e refrescar com salsa picada.

 

Casulas de Trás-os-MontesCasulas com toucinho fumado

 

Bom apetite!

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Imagens que falam

por Paula, em 01.05.14

Grafiti de José e Pilar em Alfama

Grafiti de José e Pilar, em Alfama, Lisboa

 

Uma das coisas que mais aprecio nas ruas de Lisboa são os graffiti bem desenhados nas paredes. Alguns são verdadeiras obras de arte. Nas minhas deambulações por Alfama, deparei-me com alguns artistas a trabalhar ao vivo, de que não captei imagens. Fixei e demorei-me na contemplação da que acima se apresenta. Mais do que os dizeres que rodeavam a figura, é a própria imagem que fala mais alto. Linda.

 

Feijão-branco com chouriço

 

FEIJÃO-BRANCO COM CHOURIÇO CASEIRO

 

INGREDIENTES

 

600g de feijão-branco cozido, em conserva

4 c. de sopa de tomate em cubos

½ chouriço

1 cebola, cortada em cubos

½ dente de alho picado

1 fio de azeite

1 c. de sopa de manteiga

Salsa q.b.

80ml de vinho branco

Sal q.b.

Fatias de pão torrado, q.b.

 

PREPARAÇÃO

 

Num tacho, colocar o azeite e a manteiga.

 

De seguida, juntar a cebola e o alho. Deixar alourar.

 

Adicionar o tomate e deixar cozinhar um pouco.

 

Colocar o chouriço e, em lume brando, deixar que largue o sabor. Juntar então a salsa picada e temperar com um pouco de sal.

 

Refrescar o refogado com o vinho branco. Deixar evaporar o álcool e de seguida acrescentar o feijão-branco. Deverá deixar ganhar temperatura e apurar os sabores.

 

Entretanto, torrar as fatias de pão.

 

Para empratar, colocar uma fatia de pão no fundo prato, cobrir com o preparado de feijão-branco e chouriço e colorir com um pouco de salsa fresca.

 

Feijão-branco com chouriço

 

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As morcelas da Maria

por Paula, em 08.04.14

Enchidos portugeses

 

Desde tempos imemoriais que a humanidade se dedicou a apurar técnicas para conservar durante mais tempo os alimentos sazonais. A cozinha tradicional portuguesa está repleta de receitas simples e eficazes no que respeita à conservação alimentar. Uma das que acompanhei durante a infância e a adolescência tem que ver com a carne de porco.

 

Em casa dos meus pais, os meses de dezembro e de janeiro eram parcialmente dedicados à matança do porco. Durante quinze dias, a azáfama na cozinha a lenha (espaço com fumeiro e forno de padeiro) era intensa. Eram dias em que, depois de chegar da escola, me juntava à minha mãe e a uma vizinha que nos ajudava, para fazer enchidos. Guardo ainda na memória os primeiros pratos preparados e a forma gradual com que me fui habituando aos cheiros, aos sabores e às diferentes texturas. Ajudava a minha mãe com os temperos e no enchimento dos chouriços, das morcelas, das farinheiras e das alheiras e, ocasionalmente, o meu pai na desmancha e armazenamento das diferentes peças de carne. Todo o animal era aproveitado.

 

Hoje, os meus pais continuam a criar um porco por ano e a tradição dos enchidos ainda se mantém.

 

Morcela beirã

 

INGREDIENTES

Sangue da matança do porco q.b.

Vinho tinto q.b.

Gorduras macias de porco q.b.

Tripas q.b.

Laranja q.b.

Limão q.b.

Sal a gosto

Alho a gosto

Folhas de louro

Cominhos a gosto

Colorau simples a gosto

Colorau picante a gosto

Piripiri moído a gosto

 

PREPARAÇÃO

Aquando da matança do porco, tem-se preparado um recipiente para receber o sangue do animal que deverá conter sal e alho. Quando se juntam os três ingredientes, deverá mexer-se continuamente. Entretanto, rega-se o porco com vinho e aproveitam-se todos os sucos que escorram, juntando-se à mistura anterior.

 

À medida que se for desmanchando o porco, vão-se escolhendo as gorduras macias que se partem em pedaços pequenos. A estas, juntam-se alho, sal, duas folhas de louro e um bom punhado de cominhos moídos. Tempera-se ainda com uma mão cheia de cravinho, colorau simples, colorau picante e piripiri moído. Mexe-se tudo muito bem.

 

Deverá então verificar-se o sabor. Para o efeito, coloca-se um pouco do preparado numa frigideira e deixa-se cozinhar. Se necessário, procede-se à rectificação do tempero.

 

De seguida, faz-se o enchimento. Para isto, tem-se preparadas as tripas mais estreitas do porco que se lavaram muito bem em água corrente (antigamente eram lavadas previamente na água das ribeiras e utilizavam-se os paus das giestas para se limparem as impurezas). Temperam-se com sal, alho, vinagre, sumo de limão e sumo de laranja e deixam-se nesta marinada durante 24 horas. Cortam-se à medida que se quer para a morcela.

 

À medida que se faz o enchimento, deve-se ir mexendo o preparado com uma colher de pau. No fim de cada enchimento, faz-se um nó com um fio, ligando as duas pontas.

 

Finalizada esta parte do processo, deverá colocar-se uma panela de ferro sobre o lume da lareira do fumeiro. Cozem-se então as morcelas em água a ferver. Para verificar se estão no ponto, espeta-se uma agulha nas mesmas, devendo extrair-se um líquido limpo – sinal de que a morcela está cozida.

 

Finalmente, colocam-se as morcelas no pau do fumeiro, onde devem ficar cerca de dois a três dias. O lume não deverá ser muito alto para que não seque em demasia o enchido.

 

Estas morcelas poderão então utilizar-se no delicioso cozido à portuguesa, poderão grelhar-se e servir de entrada, como petisco numa tarde animada ou ainda pratos estufados a ligar com favas, feijão, ervilhas, outras carnes, etc.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

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Tarte rústica de enchidos

por Paula, em 13.03.14

Tarte rústica de grelos e enchidos

 

Os pratos mais saborosos são aqueles que usam os ingredientes que apanhamos diretamente da horta. Ali, conforme a época, existe um mundo infinito de possibilidades, como os grelos de couve que agora abundam. No que às carnes diz respeito, o início do ano é normalmente dedicado à tradicional matança do porco. Os enchidos preparados pela minha mãe e pela minha prima Lurdes encheram a casa de aromas e começam agora a ser utilizados conforme o apetite e a inspiração.

 

INGREDIENTES

1 embalagem de massa folhada de compra

½ molho de grelos de couve, lavados e cortados grosseiramente

½ morcela, cortada em pedaços e sem pele

½ farinheira, cortada em pedaços e sem pele

1 c. de sopa de azeite

1 dente alho, picado

1 cebola roxa, cortada em meias-luas

Sal e pimenta q.b.

100g de queijo feta (ou outro a gosto), partido em pedaços

1 C. de sopa de mel

 

PREPARAÇÃO

Pré-aquecer o forno a 200ºC.

 

Numa wok, colocar o azeite, o alho e a cebola e refogar ligeiramente.

 

Adicionar os grelos e envolver no refogado. Temperar com sal e pimenta.

 

Quando os legumes estiverem cozinhados al dente, juntar os enchidos e envolver. Deixar cozinhar dois a três minutos, apenas para ganharem temperatura e largar os sabores.

 

Dispor o preparado sobre a massa folhada, deixando uma margem considerável em toda volta.

 

Colocar o queijo sobre o preparado e fechar a massa sobrante sobre o mesmo.

 

Levar ao forno até a massa ficar dourada.

 

Finalizar com uma colher de sopa de mel.

 

Bom apetite!

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Empadão de duas alheiras

por Paula, em 13.12.12

 

O frio instalou-se, como deve ser nesta época do ano. Invoca momentos à lareira, no conforto do lar, em conversas amenas ou animadas com amigos a entrar pela porta, de sorrisos largos no rosto ou, num cenário mais individualista, um livro no colo, estendida no sofá com uma chávena de chá ou de chocolate quente na mão para acompanhar a leitura. É tempo de comidas caseiras cozinhadas no forno para aquecer a casa e confortar o estômago e a alma.

  

 

Sem rumo delineado, parti à procura de um prato que se colasse a um dos daqueles cenários. E, daqui e dali, fui encontrando os ingredientes para construir o meu jantar de inverno.

 

 

INGREDIENTES

(Serve 6)

 

1,50Kg de batatas brancas

500 g de espinafres congelados

150 grs de manteiga

1 alheira de porco

1 alheira de javali

1 dente de alho

1 c. de sopa de azeite

Pimenta q.b.

Sal q.b.

Flor de sal q.b.

1 ovo

Pão ralado

250 ml de leite

 

PREPARAÇÃO

  1. Descascar e cozer as batatas temperadas com sal.
  2. Depois de cozidas, reduzir a puré utilizado o passe vite.
  3. Levar novamente ao lume com o leite e temperar com um pouco de pimenta.
  4. Enquanto as batatas cozem, colocar azeite numa sertã, juntar o alho picado e, de seguida, os espinafres. Temperar com flor de sal e um pouco de pimenta. Mexer com um garfo até estarem praticamente cozinhados.
  5. Juntar as alheiras, previamente esmagadas com um garfo, ao preparado dos espinafres. Envolver muito bem.
  6. Forrar o fundo de uma travessa com o puré de batata, seguida de uma camada da mistura de espinafres e alheira e finalizar com outra camada de puré. Por fim, cobrir com um ovo batido e pão ralado.
  7. Levar ao forno previamente aquecido a 170.º para gratinar durante aproximadamente 15 minutos ou até a cobertura se apresentar dourada.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

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Risotto de Alheira de Bacalhau

por Paula, em 30.11.12

 

 

 " (...) I had so much more to learn, not only about cooking, but about shopping and eating and all that many new (to me) foods. I hungered for more information"

Julia Child, in "My life in France"

 

 

INGREDIENTES

(Serve 2)

 

1/2 alheira de bacalhau

250 ml (1 chávena) de arroz arbóreo

150 ml (1/2 chávena) de vinho branco

1/2 cebola roxa picada

1 dente de alho picado

750 ml de caldo de legumes ou água

1/2 molho de coentros

Fios açafrão q.b.

2c. de sopa de azeite

Sal q.b.

Pimenta q.b.

 

 

PREPARAÇÃO

  1. Retirar a pele da alheira e desfazê-la com ajuda de um garfo. Reservar.
  2. Num tacho, colocar o azeite e juntar a cebola e o alho picados. Deixar alourar. Juntar um pouco de caldo quente (ou água) se necessário e deixar cozinhar mais um pouco. Juntar metade da quantidade dos coentros picados.
  3. Retirar o refogado para um copo de trituradora e reduzir a puré. Voltar a colocar no tacho.
  4. Juntar o arroz e envolver no refogado. Refrescar com o vinho branco.
  5. Temperar com sal e pimenta a gosto (sem esquecer que a alheira e o caldo á têm temperos) e começar a juntar o caldo de legumes aos poucos (uma concha de sopa de cada vez), mexendo sempre. Quando engrossar, voltar a juntar mais um pouco de caldo.
  6. Juntar a alheira e envolver no arroz. Juntar mais um pouco de caldo até finalizar.
  7. Finalmente, juntar  o açafrão. Retificar os temperos e adicionar os restantes coentros picados.

 

Este risotto fica delicioso. Os fios de açafrão conferem-lhe um toque exótico, mas sem exagero. A alheira constituiu uma surpresa para mim porque não conhecia. Foi uma experiência agradável.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jó étvágyat!

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