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Ao fundo, na grafonola, Fausto Bordalo Dias canta Namoro. No prato, um risotto com sabores lusos, aromático e absolutamente delicioso compõe o momento. É o conforto na sua plenitude.
INGREDIENTES
Para o feijão:
200g de feijão encarnado
1 cebola roxa
1 ramo de segurelha
1 ramo de rosmaninho
1 folha de louro
Água q.b.
Para o bacalhau:
3 postas de bacalhau
1 cebola roxa inteira
1 cravinho
½ ramo de salsa
1 dente de alho inteiro
Água q.b.
Para o risotto:
250ml de arroz arbóreo (1 chávena)
1 cebola, cortada em meias-luas
1 dente de alho picado
1 c. de sopa de azeite
2 hastes de estragão fresco
1 c. de chá de noz-moscada
O bacalhau, limpo de espinhas e pele e em lascas
1 L de caldo da cozedura do bacalhau q.b.
O feijão cozido
Sal e pimenta q.b.
5 c. de chá de manteiga
Queijo parmesão ralado q.b.
PREPARAÇÃO
Começar por cozer o feijão. Colocar todos os ingredientes num tacho, cobrir com água e levar ao lume até ficar cozido (mas não em demasia)*. Coar e reservar.
Colocar o bacalhau e os restantes ingredientes num tacho, cobrir com um litro de água, aproximadamente, e levar ao lume até ficar cozido. Coar e reservar o caldo da cozedura. Deixar arrefecer ligeiramente, limpar o bacalhau de espinhas e pele e lascar. Reservar.
Numa caçarola, colocar o azeite, a cebola e o alho e refogar até a cebola ficar translúcida. Adicionar o bacalhau e deixar envolver no refogado. Juntar um pouco do caldo.
Juntar uma haste de estragão picado e a noz-moscada e envolver. Posteriormente, adicionar o feijão e envolver cuidadosamente no preparado.
Adicionar o arroz, temperar com sal e pimenta a gosto e envolver. Cobrir com o caldo da cozedura do bacalhau e deixar levantar fervura. Mexer ocasionalmente para que o arroz liberte o amido.
Depois de estar no ponto certo de cozedura, desligar o lume e adicionar a manteiga, envolvendo bem no arroz para que este fique cremoso.
Finalizar com queijo parmesão ralado a gosto e uma haste de estragão fresco, picado.
* Normalmente cozo todo o feijão na época em que o apanho e depois congelo em doses de 200g. Isso permite-me adiantar trabalho e conservar toda a frescura e sabor do feijão. A segurelha deve acompanhar estas cozeduras prévias, pois ajuda à digestão das leguminosas. Por outro lado, não se deve utilizar sal para que o feijão não fique rijo. Se o feijão não for fresco, dever-se-á demolhar previamente.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jo étvágyat!
Que bos faga bun porbeito!