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É conhecido como o pão da Ásia. Existem cerca de 10 000 variedades de arroz. No entanto, são apenas três os grupos em que se divide. A saber: (i) arroz de grão longo; (ii) arroz de grão curto e (iii) arroz de grão médio.
O primeiro, caracteriza-se por ter um grão fino e translúcido que fica branco ou amarelado depois de ser polido. Depois de cozinhado, continua a ser branco e consistente. O segundo, tem um grão arredondado que fica mole e cremoso depois de cozinhado. Por isso, é utilizado para fazer arroz-doce ou paelha. Finalmente, o terceiro, também se caracteriza por ficar cremoso quando é cozinhado; no entanto, o grão mantém-se inteiro por dentro. Trata-se, por exemplo, do famoso arroz arbóreo que se utiliza nos risottos.
Verdadeiro calmante para o sistema nervoso, alivia estados depressivos e é energético. Uma das particularidades que lhe encontro é a sua versatilidade. Combina com carne, peixe, vegetais e frutas e dele se faz um doce ou qualquer prato salgado. É excelente para aproveitar sobras do que seja. Em todo o caso, reconfortante.
INGREDIENTES
(Serve 2)
250 ml de arroz carolino
1 posta de peixe cozido (ou sobras de peixe) desfeita em pedaços
200 g de ervilhas
1 cebola picada
1/2 L de água de cozer o peixe (ou caldo de peixe, no caso de se utilizar as sobras), aproximadamente
1 c. de sopa de azeite
Açúcar e sal q.b.
PREPARAÇÃO
Levar a cebola e o azeite ao lume e, logo que comece a frigir, juntar as ervilhas e uma pitada de açúcar.
Deixar refogar levemente, mexendo sempre.
Juntar a água do peixe (ou o caldo) até cobrir o arroz e de seguida o peixe. Temperar com sal. Á medida que se for esgotando, adicionar mais água, até o arroz cozer.
A receita consta do livro O Pantagruel. Naquele manual de referência da culinária, o arroz é posteriormente levado ao forno.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jo étvágyet!
Que bos faga bun porbeito!
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