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Há um chamamento ou inclinação, não sei bem, para as massas que é deveras reconfortante. Contudo, desta vez, o apelo não veio da massa - esparguete negro - mas, antes, do manjericão. Aquele cheiro fresco trouxe-me à memória o pesto de majericão e pinhões.
Por aqui, começam a cair nozes da àrvore, já de grande porte, plantada no quintal. Sem pinhões para o pesto, foram as nozes que tomaram o seu lugar. E, digo-vos, brilharam no seu papel!
Ingredientes:
65 g de manjericão
1/2 dente de alho levemente esmagado
30 g de miolo de noz partido
Pimenta preta moída q.b.
30 g de queijo parmesão (ou outro a gosto), ralado na hora
7 colheres de sopa de azeite virgem extra
Sal q.b.
Preparação:
Separar as folhas de manjericão do caule. Colocá-las no almofariz e esmagá-las com o pilão.
Juntar o miolo de nozes aos poucos, esmagando-o até obter uma pasta.
Juntar a pimenta e o sal, seguidos de um pouco de queijo e, finalmente, um pouco de azeite.
Proceder assim sucessivamente até acabarem os ingredientes.
Em alternativa, pode usar-se a picadora, sendo que, neste caso, se podem juntar todos os ingredientes, exceto o azeite que deverá ser adicionado aos poucos, começando com duas colheres de sopa, seguindo-se uma de cada vez até acabar.
Este pesto basta-se a si mesmo e é delicioso. Pode guardar-se num frasco esterilizado, no frigorífico, até duas semanas. Para isso, basta cobrir com um pouco de azeite e fechar o frasco com a tampa.
Aqui servi-o com esparguete negro cozinhado em água e sal e finalizado com uma noz de manteiga. Ao esparguete juntei camarão cozido, que, neste caso, pode bem ser dispensado.
Mais uma experiência e mais um sorriso - um de cada vez, assim como os dias. :-)
Tenham um bom dia!
