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É um peixe singular. Tanto vive em água doce, como em água salgada. Tudo depende da fase da vida em que se encontra. Se jovem, experimentará primeiro a água doce e só depois tentará habituar-se à salgada. Depois de regressar ao mar Atlântico ou Pacífico, ali permanecerá durante um a três anos, duplicando o seu peso e crescimento e armazenando gordura, podendo atingir 1,5 m e pesar 3,5 kg. Na fase adulta e sexualmente activa, irá regressar à agua doce do rio onde nasceu para desovar, percorrendo entre 50 a 100 km por dia, guiado pelos sentidos do olfacto e do gosto. Falo, é claro, do salmão, um peixe migratório que desova três a quatro vezes durante a sua vida, com excepção dos exemplares que vivem no Pacífico que o fazem apenas uma vez, e muito apreciado pelos que têm paladar mais requintado.
O salmão de piscicultura distingue-se do selvagem através das barbatanas dorsais. Os primeiros têm-nas curvas, ao passo que os segundos as mantêm direitas. De carne consideravelmente gorda, é rico em óleo benéfico para a saúde hormonal, da pele, do sistema imunitário, dos ossos e dos dentes. Contém cálcio, selénio, vitamina D, vitamina E, e ácidos gordos essenciais ómega-3. O tom colorido da sua carne tenra empresta requinte a qualquer prato, sendo que aquela exala também um aroma delicado.
Pode ser cozinhado e consumido de várias formas. Encontramo-lo à venda já preparado em cru, fumado, em postas para grelhar, em lombos para assar em papelote ou para refogar e inteiro, para quem tenha coragem de o arranjar. Para esta receita, aproveitam-se os lombos que se partem em pedaços pequenos para formar os hambúrgueres.
INGREDIENTES
(Serve 4)
400 g de lombos de salmão, picados em pedaços pequenos
1 chalota, picada
2 dentes de alho, picados
Sumo de 1/2 limão
5 c. de sobremesa de farinha
1 ovo
2 alhos franceses, cortados em juliana
3. c. de sopa de sementes de sésamo
2 a 3 c. de sopa de azeite
Sal e pimenta a gosto
PREPARAÇÃO
Estes hambúrgueres ficam muito deliciosos.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jó étvágyat!
Que bos faga bun porbeito!
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Com a Primavera e a perspectiva de dias mais quentes e solarengos, apetece aproveitar os espaços exteriores da casa e receber as manhãs com frutas e consistências cremosas. A cada gole deste batido nutricionalmente rico e saboroso, tudo se torna mais leve e alegre.
INGREDIENTES
(Serve 2)
250 g de morangos
150 g de framboesas
100 ml de leite
150 g de iogurte grego açucarado
1 c. de sopa de aveia
1 c. de sopa de mel
Folhas de menta a gosto (opcional)
PREPARAÇÃO
Lave a fruta, coloque-a num liquidificador juntamente com os restantes ingredientes e misture, utilizando a velocidade 2, até um obter uma consistência cremosa. Servir de imediato.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jó étvágyat!
Que bos faga bun porbeito!
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No quintal é tempo de ervilhas e de favas. Corre-se contra o tempo de desenvolvimento daquelas para as consumir ainda frescas e tenras. As primeiras favas, tiveram o seu destino tradicional, acompanhadas com enchidos e outras carnes de porco. Já as ervilhas-de-quebrar ou ervilhas-tortas, mas pouco, foram empregues numa salada, em jeito de prece por melhores dias de sol e calor.
INGREDIENTES
(Serve 2)
300 g de ervilhas-de-quebrar
1 chalota pequena, picada ou cortada em rodelas
2 c. de sopa de vinagre de vinho branco
1/2 c. de chá de açúcar
6 c. de sopa azeite
sal e pimenta q.b.
Raspa de 1 limão
1 queijo mozarela, fatiado
Folhas de manjericão q.b.
PREPARAÇÃO
Cozer as ervilhas (ao vapor ou de forma tradicional). Escorrer e assustar (arrefecer em água fria).
Num misturador, colocar o vinagre, o açúcar, o azeite, o sal e a pimenta. Misturar muito bem.
Numa travessa, dispor as ervilhas, a cebola e o queijo mozarela. Regar com a vinagreta e finalizar com as folhas de manjericão e as rapas de limão.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jó étvágyat!
Que bos faga bun porbeito!
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A Primavera também pede caldos, sopas e cremes quentes. Mais este ano que o anterior, parece. A chuva parece não dar tréguas e em dias como o de hoje, sabe bem uma tigela de sopa quente e aromática.
INGREDIENTES
200 ml de água
250 g de beterraba cozida e descascada
1 chalota, picada
1 dente de alho, picado
30 g de salsa, picada
1 c. de chá de cominhos secos, moídos
Sal q.b.
Pimenta q.b.
300 ml de caldo de legumes, aproximadamente
1 c. de sopa de endro seco
2 hastes (folhas) de tomilho fresco
1 folha de louro
Sumo de 1/2 limão
200 g de natas frescas
PREPARAÇÃO
1. Colocar a chalota, o alho e as batatas numa panela juntamente com a água e levar a cozinhar durante 10 minutos em lume alto.
2. Adicionar os cominhos e cozinhar durante 1 minuto.
3. Entretanto, juntar a beterraba, a folha de louro, a salsa, o tomilho, o sumo de limão e o caldo e deixar cozinhar durante 12 minutos, tendo o cuidado de ir mexendo de vez em quando.
4. Depois de os legumes estarem cozinhados, descartar a folha de louro e escorrer os legumes, aproveitando o caldo. Triturá-los com um pouco do caldo da cozedura até obter um puré cremoso.
5. Colocar o puré de volta na panela e temperar com sal e pimenta a gosto. Juntar o restante caldo e levar ao lume por mais 5 minutos até a sopa ficar quente.
6. Servir guarnecido com natas frescas e endro seco.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jó étvágyat!
Que bos faga bun porbeito!
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O tempo é de laranjeiras em flor na maior parte do país. Nalgumas regiões, contudo, as laranjeiras ainda apresentam os seus frutos esplendorosos porque o tempo ainda não as fez florir. Mas será por pouco tempo.
Arrecadam-se os últimas laranjas que se apanham com o desejo de prolongar o seu aroma até ao Verão. Desejam-se naturais, em pratos típicos, em bolos ou compotas. De qualquer maneira, enfim, desde que mantenham o aroma cítrico e revigorante.
Para fazer compotas, é necessário ter em conta a quantidade de açúcar. Mais ou menos quantidade significa, respectivamente, maior ou menor prazo de conservação. Normalmente, aplica-se a regra de uma parte de fruta para uma parte de açúcar, isto é, emprega-se para, por exemplo, 500 g de fruta a mesma quantidade de açúcar (500 g).
É, ainda, necessário ter em conta o índice de acidez da fruta que se utiliza. Esta contribui para reforçar o sabor da fruta e para espessar a compota. Por isso, no caso de se utilizar fruta com fraca acidez, deverá empregar-se um pouco de sumo de limão.
O uso de especiarias é também um factor a ter em conta, já que irão reforçar e acentuar o sabor da fruta. A canela liga bem com maçã, ameixa e cereja. O anis também condiz com a ameixa e o mirtilo, ao passo que o cravinho gosta de acompanhar a pera, a maçã, a ameixa e a ameixa amarela. Já o gengibre fica bem com a gelatina de limão, laranja e ananás. A erva-cidreira, com um sabor ligeiramente cítrico, pode combinar com maçã, limão e groselha.
INGREDIENTES
500 g de abóbora, pesada, descascada e limpa
300 g de rodelas de laranja, com o sumo
1 pedaço de casca de laranja
10 g de gengibre fresco
400 g de açúcar amarelo
1 cl de Grand Marnier (ou outro licor de laranja)
PREPARAÇÃO
Ralar finamente a polpa da abóbora e deitá-la numa panela.
Juntar as rodelas e a casca de laranja.
Adicionar o gengibre ralado e o açúcar. Deixar repousar durante 30 minutos.
Levar ao lume médio durante 5 minutos e mexer de vez em quando. Retirar a casca de laranja e adicionar o licor.
Tendo ainda a compota quente, encher frascos previamente esterilizados - lavar na máquina de lavar loiça e antes da utilização colocar numa panela em água quente, utilizando pinças de borracha para não estalar o vidro com a diferença de temperatura, e deixar ferver por vinte minutos; retirar e colocar sobre um pano limpo de algodão grosso e deixar escorrer com a boca para baixo - e depois fechar. Virar com a tampa para baixo para ganhar vácuo e deixar repousar cerca de 30 minutos. Guardar no frigorífico. Se optar por colocar mais quantidade de açúcar poderá guardar em lugar fresco e seco por mais tempo.
Bom apetite!
Bon appétit!
Jó étvágyat!
Que bos faga bun porbeito!
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