Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Existe uma grande variedade de abóboras. Conseguimo-las encontrar em vários formatos e cores distintas.
São ricas em cálcio, magnésio, fósforo, betacaroteno, ácido fólico e vitamina C. Caracterizam-se ainda por serem altamente alcalinas. As suas propriedades ajudam no alívio da acidose do fígado e do sangue. Diz-se que a ingestão das pevides ajuda na expulsão das lombrigas e ténias. Nalguma bibliografia, aparece indicada para o tratamento de artrite, bronquite, queimaduras provocadas pela exposição solar, otites, verrugas e para o alívio dos enjoos durante a gravidez.
As abóboras são daqueles frutosque todos os anos aparecem cá por casa. O ano que passou só foi excepção pela farta quantidade que a cultura nos deu.
As que me calharam, tiveram vários destinos. Umas foram cortadas em pedaços e congeladas para serem usadas na confecção de sopas, estufados, risottos e... para fazer doces, pois claro! As sementes foram aproveitadas para secar. Servirão para a próxima sementeira.
Contudo, nem todas puderam ser consumidas durante o Verão e o Outono. A abóbora-chila só está pronta para ser consumida a partir de Dezembro. Esta abóbora é oriunda do México. A sua casca caracteriza-se pelo seu riscado verde e branco. A polpa e as sementes são brancas. É utilizada essencialmente para a confecção de doces.
É a primeira vez que faço este doce. Não sabia que receita utilizar. Procurei nos livros e revistas que cá tenho em casa e descobri um livro de doces e compotas, da Colecção Cozinha Regional Portuguesa, de 1998, edição de Bárbara Palla e Carmo, publicado juntamente com a revista "Activa". Eis a receita:
INGREDIENTES:
PREPARAÇÃO:
