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Tarte Tatin de Marmelos

por Paula, em 13.10.15

 

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Esta época do ano é um pouco assustadora no que aos ingredientes diz respeito. Abre-se a porta aos marmelos, castanhas, romãs e... ao trabalho. Já repararam que todos estes frutos são excelentes, mas que dão uma trabalheira para se prepararem. Gosto de todos eles, todavia, quando tenho que os preparar, penso duas vezes.

 

Foi assim que a pergunta me apanhou nesta encruzilhada de escolhas.

Queres marmelos?

Oooops! Sim, mas... não traga muitos... - A minha mãe percebeu logo.

Está bem, levo-te um saco deles e fazes como quiseres.

Ora, a geleia é a minha mãe que faz para toda a família; a marmelada, também, de modo que estava sem ideias.

 

É neste contexto que surge esta tarte tatin - que eu há muito queria experimentar. Ganhei umas bolhas na mão por descascar os marmelos, mas valeu a pena. Aliás, a verdade é que com estes frutos, o trabalho vale sempre a pena, pois  o sabor e a textura compensam. E, no fim, temos uma panóplia de opções para os cozinhar. Basta procurar ou imaginar e deitar mãos à tarefa... sem medos. :-)

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 INGREDIENTES

1 folha de massa quebrada

10 marmelos, descascados e descaroçados

2 limões

10 chávenas de água

1 + 1/2 chávena de açúcar

120 g de manteiga

Sal fino q.b.

Geleia de marmelo q.b.

 

 

PREPARAÇÃO

Ligar o forno a 180.ºC/200.ºC.

 

Num tacho, colocar o açúcar, a água, a raspa de um limão e o sumo de um limão e meio. Adicionar os marmelos cortados em quartos e levar ao lume alto. Quando levantar fervura, baixar o lume e deixar ferver cerca de 8 a 10 minutos. Escorrer e reservar.

 

Preparar a tarteira, aquecendo-a ligeiramente e barrando as laterais com um pouco de manteiga.

 

Noutro tacho, deitar o açúcar e o sal e deixar que se torne num caramelo. Juntar as 100 g de manteiga que sobraram e envolver com muito cuidado para não se queimar. Verter o caramelo na tarteira (ligeiramente pré-aquecida) que vai levar ao forno. Colocar os quartos de marmelos com a parte interior para cima - pois a tarte é invertida e quer-se que a parte bonita fique à vista - sobre o caramelo. Regar com mais um pouco de sumo de limão e salpicar com um pouco de açúcar. Depois, cobrir com a massa quebrada, aconchegando-a ao recheio.

 

Levar ao forno durante 40 minutos, até a massa ficar bem dourada.

 

Por fim, pincelar com um pouco de geleia e servir morna.

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Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

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Tarte de folhas de videira

por Paula, em 17.06.14

Videiras

 

Das videiras sei que são bonitas, frondosas e refrescantes. Gosto do corte das folhas a lembrar saias para usar na praia ou numa tarde soalheira a que se junta um copo de vinho para completar o quadro. E as cores? Verdes claras quando rebentam, verdes escuras no Verão e no Outono tornam-se numa paleta de amarelos, laranjas e castanhos, como que a aquecer o ambiente e a forrar o chão para receberem as primeiras chuvas e as mãos que as irão vindimar.

 

Delas, cristalizo ainda nos sentidos os frutos: bagos rosados ou dourados para saborear ou para ofertar a Baco. Mas não são só os frutos que têm lugar na mesa. Com as folhas também se faz uma refeição antiga, oriental e saborosa.

 

 

A receita é da parte turca do Chipre. Chegou ao meu conhecimento através do livro de Yotam Ottolenghi, O Novo Vegetariano, que contém 120 receitas originais desenvolvidas pelo autor para a coluna New Vegetarian da revista Guardian Weekend. Estas são bastante apelativas, fáceis de executar e óptimas para vegetarianos e não só. A ousadia, pelo exemplo que fica, é um traço da sua forma de abordar a culinária. Esta em particular é um clássico da cozinha turca que pode ser servido morno ou à temperatura ambiente como entrada ou como petisco.

 

 

INGREDIENTES

20 a 25 folhas de videira frescas e tenras

4 chalotas, picadas finamente

4 c. de sopa de azeite

20 g de manteiga sem sal, derretida

200g de iogurte grego, mais algum para servir

25g de pinhões, ligeiramente torrados

½ c. de sopa de estragão, picado finamente

2 c. de sopa de salsa, picada finamente

3 c. de sopa de endro, picado finamente

Raspa de 1 limão

1 c. de sopa de sumo de limão

70g de farinha de arroz

3 c. de sopa de pão ralado

Sal e pimenta-preta q.b.

 

PREPARAÇÃO

Aquecer o forno a 190.ºC.

 

Colocar as folhas de videira num recipiente e cobrir com água a ferver e deixar demolhar durante 10 minutos. De seguida, retiras as folhas, secá-las com um pano de cozinha. Com uma tesoura, aparar os pedaços duros na base das folhas.

 

Numa frigideira, deitar uma colher de sopa de azeite e saltear as chalotas durante 8 minutos. Deixar arrefecer.

 

Num prato de forno redondos dispor as folhas de videira, cobrindo o fundo e os lados, sobrepondo-as ligeiramente e permitindo que que passem acima do rebordo do prato.

 

Depois, misturar a manteiga derretida com 2 c. de sopa de azeite e utilizar cerca de 2/3 para pincelar generosamente as folhas que estão a forrar o prato.

 

De seguida, misturar as chalotas, o iogurte, os pinhões, as ervas aromáticas, a raspa e o sumo de limão. Temperar com sal e pimenta-preta a gosto. Juntar a farinha de arroz e mexer bem até obter uma pasta homogénea.

 

Espalhar o preparado uniformemente sobre as folhas que estão a forrar o prato. Dobrar as folhas para cima do recheio e cobrir com as restantes folhas de videira. Pincelar com a restante mistura de manteiga e azeite. Por fim, polvilhar com pão ralado e regar com a restante colher de sopa de azeite.

 

Levar ao forno durante 40 minutos ou até as folhas estarem estaladiças e o pão ralado estar dourado. Retirar do forno e deixar repousar por 10 minutos.

 

Servir com iogurte grego bem fresco.

 

 

Esta receita é bastante invulgar e revela-se uma agradável surpresa. No livro, Yotam Ottolenghi refere que esta tarte pode ser feita com folhas de videira em conserva. Como tenho videiras no quintal, decidi arriscar e tentar fazer uma conserva aproveitando as folhas que ainda estão tenras para utilizar noutra altura do ano. Em tempo darei nota do resultado e, se for bom, deixarei a receita.

 

 

Bom apetite!

Que bos faga bun porbeito!

 

 

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Tarte rústica de enchidos

por Paula, em 13.03.14

Tarte rústica de grelos e enchidos

 

Os pratos mais saborosos são aqueles que usam os ingredientes que apanhamos diretamente da horta. Ali, conforme a época, existe um mundo infinito de possibilidades, como os grelos de couve que agora abundam. No que às carnes diz respeito, o início do ano é normalmente dedicado à tradicional matança do porco. Os enchidos preparados pela minha mãe e pela minha prima Lurdes encheram a casa de aromas e começam agora a ser utilizados conforme o apetite e a inspiração.

 

INGREDIENTES

1 embalagem de massa folhada de compra

½ molho de grelos de couve, lavados e cortados grosseiramente

½ morcela, cortada em pedaços e sem pele

½ farinheira, cortada em pedaços e sem pele

1 c. de sopa de azeite

1 dente alho, picado

1 cebola roxa, cortada em meias-luas

Sal e pimenta q.b.

100g de queijo feta (ou outro a gosto), partido em pedaços

1 C. de sopa de mel

 

PREPARAÇÃO

Pré-aquecer o forno a 200ºC.

 

Numa wok, colocar o azeite, o alho e a cebola e refogar ligeiramente.

 

Adicionar os grelos e envolver no refogado. Temperar com sal e pimenta.

 

Quando os legumes estiverem cozinhados al dente, juntar os enchidos e envolver. Deixar cozinhar dois a três minutos, apenas para ganharem temperatura e largar os sabores.

 

Dispor o preparado sobre a massa folhada, deixando uma margem considerável em toda volta.

 

Colocar o queijo sobre o preparado e fechar a massa sobrante sobre o mesmo.

 

Levar ao forno até a massa ficar dourada.

 

Finalizar com uma colher de sopa de mel.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

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Tarte grega de courgette

por Paula, em 06.08.13

 

Tarte de courgette

 

A cozinha grega, tal como a italiana, é sempre uma fonte de inspiração. São bem conhecidos alguns pratos frescos que, de tão useiros em qualquer mesa, se esquece a sua origem.  Os gregos utilizam ingredientes saudáveis, tal como nós, mas aplicam-nos muito em saladas e em diversos pratos com peixe. Os legumes são uma constante naquele quadro gastronómico bastante versátil. Desprovidos de retórica, a que Aristóteles dedicou um tratado, bastam-se a si mesmos.

 

Tarte de courgette 2

 

 INGREDIENTES

(Serve 6 a 8)

 

2 c. de sopa de azeite

1 chalota, picada finamente

50 g de arroz carolino

175 ml de caldo de legumes, quente

750 g de courgettes, picadas grosseiramente e escorridas

4 c. de sopa de salsa fresca, picada

2 c. de sopa de hortelã fresca, picada

3 ovos, batidos

300 g de queijo feta

Sal e pimenta a gosto

100 g de manteiga

200 g de massa filo

 

PREPARAÇÃO

Numa caçarola, aquecer o azeite e refogar a cebola até amolecer. Acrescentar o arroz e saltear durante 1 minuto, mexendo para envolver bam o arroz no azeite.

 

Verter o caldo de legumes sobre o arroz e deixar cozinhar cerca de 10 minutos, até o líquido estar quase absorvido, mas sem que o arroz tenha cozido totalmente. Retirar do lume e acrescentar as courgettes. Deixar arrefecer.

 

Adicionar a salsa, a hortelã e os ovos. Esmigalhar o queijo e acrescentar ao preparado anterior. Temperar com sal e pimenta e misturar muito bem.

 

Pré-aquecer o forno a 190.º C. Derreter* a manteiga e untar um tabuleiro de ir ao forno. Reservar a restante.

 

Separar as folhas da massa filo e forrar o tabuleiro sobre a largura, deixando as partes laterais do tabuleiro com massa suficiente para dobrar sobre o preparado no final. Pincelar com manteiga. Repetir o processo até ter utilizado metade das folhas.

 

Distribuir o preparado de courgette sobre a massa e cobrir com as restantes folhas, pincelando-as, também, com manteiga. Finalmente, aconchegar os rebordos da massa. Com uma faca afiada, fazer cortes de modo a obter 6 a 8 quadrados. Levar ao forno cerca de 35 minutos até ficar tostada. Servir quente.

 

Tarte de courgette

 

Esta tarte de courgette fica com um sabor mentolado, bem fresco, devido à utilização da hortelã. É muito adequada ao Verão.

 

* Nota: pode, em substituição, utilizar manteiga liquida.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

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Tarte de mascarpone e morangos

por Paula, em 12.06.13

 

... com chocolate branco! Pois é! Depois de há uns dias, também a propósito de um doce, brincar com uma alternativa ao chocolate, eis-me aqui a retornar a tão voluptuoso ingrediente.

 

Há quem afirme que não se trata verdadeiramente de chocolate. De qualquer forma, eu assim gosto de o tratar e não me coíbo nada de o ter na dispensa uma ou outra vez e de o utilizar como tal.

 

O chocolate branco transporta-me para os tempos da minha adolescência. Nessa altura, o meu pai era emigrante em território suíço, e, pelo Natal, gostava de nos presentear com chocolate. Dizia ele, e eu então não o contradizia e agora também não, que aquele era um excelente chocolate.

 

Dos morangos, de que agora, sim, também é época, fico-me apenas pela imagem.

 

 

INGREDIENTES

(Serve 6 a 8)

 

400 g de queijo mascarpone (2 embalagens)

200 g de chocolate branco

200 ml de natas

500 g de morangos

1 embalagem de massa quebrada

 

PREPARAÇÃO

1 - Colocar a massa numa tarteira e cobrir com feijão seco para que não cresça. Levar ao forno já aquecido a 180.º até ficar dourada. Deixar arrefecer e retirar os feijões.

 

2 - Derreter o mascarpone e o chocolate branco em banho-maria e envolver bem. Deixar arrefecer ligeiramente.

 

3 - Bater as natas até ficarem suaves e envolver no preparado de mascarpone e chocolate. 

 

4 - Verter o preparado sobre a massa e levar ao frio até solidificar.

 

5 - Lavar e laminar os morangos e dispor por cima da tarte. Servir de imediato.

 

 

Nota: A presente receita foi retirada da revista Continente Magazine n.º 33, de Junho de 2013.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyet!

Que bos faga bun porbeito!

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Peniche, Portugal

 

O ano que passou foi um ano difícil, temperado com várias especiarias e ervas que me deixaram um sabor amargo na boca. Mas, apesar disso, não posso deixar de pensar que também foi um ano que me trouxe boas experiências, bons momentos e uma nova postura perante a vida.

 

Parque das Nações, Lisboa, Portugal

 

Em março, através de um convite da Bertrand dirigido à equipa do blogue "Jane Austen Portugal", no qual sou co-autora, iniciei uma aventura no mundo da leitura ao aceitar participar no "Clube de Leitura Jane Austen". Ali, conheci pessoas fantásticas, verdadeiras entusiastas dos romances de Jane Austen, de todos os clássicos e da culinária. Tem sido um processo de grande aprendizagem que ficará para sempre como uma boa recordação.

 

Ilha Margarida, Budapeste, Hungria

 

Em maio, regressei a Budapeste para mais uma excelente experiência, onde provei os deliciososKürtoskalács, visitei o Parlamento e andei pela ilha Margarida; conversei sobre o povo e a história da cidade; deliciei-me com os queijos e as salsichas magiares em mais uma edição do Festival da Palinka no Castelo de Buda; provei a famosa Palinka e o vinho Tokaji e fiquei a conhecer os Kowalski Mega Vega. Nadei em águas tranquilas e revigorantes. Andei pela elegante Andrássi Út e pela famosa Váci Utca; revisitei o Mercado e voltei ao Replay Café para mais um agradável momento de boa comida, bons vinhos e uma excelente sobremesa. Visitei o Museu de Belas Artes e desejei voltar à Galeria Nacional Húngara. Deambulei por estações de metro, vivi e revivi momentos bons.

 

Palácio de Sintra, Lisboa, Portugal

 

Agosto foi o mês em que tive o imenso prazer de receber a Luciana e a Carolina do "JASBRA - Jane Austen Brasil", em nome do "Jane Austen Portugal". Foi um dia muito bem passado em Sintra. Conversámos sobre a autora de "Orgulho e Preconceito", sobre a vila e, claro, sobre culinária. A Luciana despediu-se com suspiros, não só porque ficou apaixonada pela beleza do lugar e do seu romântico Palácio, mas também porque ficou rendida ao sabor dos travesseiros da famosa Piriquita.

 

Foi um ano em que sorri ao ver amigos concretizarem sonhos e lançarem-se em voos que lhes trarão boas experiências. De outros, tive que me despedir para sempre. Por isso, chorei de tristeza, de dor e de saudade e, com isso, reaprendi a viver e a olhar para a vida como uma benção e como a única oportunidade que tenho para fazer e estar com quem gosto. Percebi que a vida é mesmo um instante.

 

Cresci um pouco mais na minha petite cuisine. Nela, e com ela, retemperei forças. Ganhei novo alento para continuar o "La Bouquiniste", um blogue sobre leituras diversas ainda em estado nascituro, e para desenhar novas ideias para o "Notas Soltas e Coisas Doces" que espero concretizar este ano.

 

 

Esta tarte faz a ponte entre o ano que passou e aquele que agora começa porque é feita com as sobras das carnes que estiveram na mesa de Natal. Afinal, do velho se faz novo.

 

 

Tarte de peru e leitão assados

(Serve 6)

 

INGREDIENTES

2 embalagens de massa quebrada

400 g de sobras de carne de peru assado

200 g de sobras de carne de leitão assado

4 fatias grossas de chouriço cortadas em cubos

1 c. de sopa de azeite

2 tomates, pelados e sem sementes, partidos em cubos

1 cebola média picada

4 talos de aipo partidos

1 haste de alecrim (só as folhas)

250 ml de vinho branco

Água q.b.

1 ovo

 

Para o molho bechamel

500 ml de leite

2 c. de sopa de maisena

1 c. de sopa de manteiga

Pimenta q.b.

Noz moscada q.b.

Sal (facultativo)

 

PREPARAÇÃO

  1. Aquecer o forno a 180.º C. Forrar uma tarteira com uma folha de massa quebrada (não retirar o papel vegetal, dispensar apenas o excesso que fica fora do recipiente) e levar ao forno aquecido durante 10 minutos.
  2. Entretanto, refogar a cebola em azeite até ficar translúcida. Juntar o chouriço e deixar que a gordura se solte.
  3. Adicionar o tomate, o aipo e o alecrim e deixar cozinhar em lume brando durante 5 minutos. Refrescar com o vinho.
  4. Adicionar as carnes partidas e deixar apurar durante 10 minutos em lume brando. Juntar água se necessário.
  5. Num tacho pequeno, preparar o molho bechamel. Colocar a manteiga, adicionar a farinha maisena previamente peneirada e envolver. Adicionar o leite e deixar engrossar, mexendo sempre com uma vara de arames para não ganhar grumos. Quando estiver com a consistência desejada, temperar com pimenta e noz moscada moídas na altura. Adicionar sal se desejar.
  6. Triturar o preparado das carnes, por porções, e colocar na tarteira que se retirou do forno. Cobrir com o molho bechamel.
  7. Pincelar o rebordo da segunda folha de massa quebrada, colocar sobre a tarte e fechar.
  8. Bater ligeiramente o ovo e deitar sobre a tarte com a ajuda de um pincel.
  9. Levar ao forno durante 30 minutos ou até a massa estar dourada e cozida.
  10. Servir com salada verde.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jó étvágyat!

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