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O culto da sopa

por Paula, em 13.11.15

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O meu apetite por sopas não foi sempre pacífico. Devo confessar que, nesse aspecto, a minha mãe não teve uma tarefa fácil. Se criar e educar quatro crianças se poderia considerar empresa hercúlea, o momento alto da dificuldade era o das refeições em que se servia sopa ou outros legumes. 

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Eu, prática como me entendia, inventava histórias para comer as ervilhas. Distraindo a mente com aventuras, desviava a preocupação do paladar e da textura dos legumes de que menos gostava. Mas com as sopas as coisas não corriam tão bem. Era sempre um sacrifício para nós e para a minha mãe, que desesperava com os queixumes e com as horas que passávamos à mesa só para comer um prato de sopa.

 

Para acabar com os "bicos amarelos", a senhora minha mãe tomou medidas radicais. Assim, certa noite ofereceu-nos como refeição de final do dia, um belo prato de sopa de hortaliça e feijão. A acompanhar, um ovo estrelado para cada um. E para retoque final afirmou: meus filhos, este é o vosso jantar. Não tenho mais nada. Por isso, ou comem o que está na mesa, ou vão para a cama sem comer. Para mim, foi remédio santo. Para os meus irmãos, o episódio teve alguns remakes. Abençoada medida, pois, para mim, hoje, a situação é inversa: refeição sem sopa, não é refeição.

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 INGREDIENTES

2 cebolas, picadas

1 fio de azeite

2 cenouras, cortadas em pequenos cubos

2 batatas médias, cortadas em pequenos cubos

1 curgete, com casca, cortada em pequenos cubos

1 beringela, cortada em pequenos cubos

2 chuchus, cortados em pequenos cubos

1 alho francês, laminado

2 pimentos encarnados, cortados em cubos

1,5 L de caldo de galinha

120 g de massa couscus

Sal e pimenta q.b.

Queijo parmesão, em lascas, q.b.

 

PREPARAÇÃO

Numa panela funda e larga, deitar o azeite e a cebola picada. Deixar a cebola alourar. De seguida, adicionar os legumes, temperar com um pouco de sal e pimenta e envolver. Cobrir com o caldo de galinha. Depois de levantar fervura, baixar o lume e deixar cozinhar durante 20 minutos.

 

Adicionar, então, a massa e deixar cozinhar durante 10 a 15 minutos. Rectificar temperos.

 

Servir em tigelas fundas com lascas de queijo parmesão por cima.

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 Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Ervilhas com ovos escalfados

por Paula, em 11.02.15

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Ervilhas com ovos escalfados é um prato que me lembra bastante a infância e que representa o que gosto de chamar de "comida conforto". O cheiro que invade a cozinha, o vapor agradável que se sente quando se destapa o tacho e as cores que preenchem o olhar, são bálsamos para a alma. Tudo é conforto, alegria, mimos em forma de bolas redondas que explodem na boca despertando o paladar.

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INGREDIENTES:

500 g ervilhas congeladas

250 g de toucinho fumado, em pedaços

2 cebolas, picadas

2 dentes de alho, picados

4 tomates, sem pele e picados

Azeite q.b.

Sal e pimenta q.b.

Água q.b.

1 c. de sopa de vinagre

4 ovos

 

PREPARAÇÃO:

Num tacho, colocar o azeite e a cebola e deixar refogar ligeiramente. De seguida, juntar o alho e deixar refogar mais um pouco. Adicionar então o toucinho fumado e deixar que liberte o seu sabor. Depois, juntar o tomate ao refogado e finalmente as ervilhas. Temperar com sal e pimenta a gosto. Deixar cozinhar cerca de 20 minutos, até as ervilhas estarem tenras.

 

Aquecer água num tacho pequeno (ou num fervedor) e juntar o vinagre. Mexer bem a água com uma colher até que crie um remoinho. Nessa altura, juntar o ovo e deixar que cozinhe. Repetir a mesma operação para cada ovo.

 

No fim, servir as ervilhas com os ovos escalfados e mais um pouco de pimenta.

 

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Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Peixe-espada em papelote

por Paula, em 29.01.15

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(...)

Do alto mar chega o pregão que se alastra

Têm ondas no andar quando embalam a canastra

Minha varina que chinelas por Lisboa

Em cada esquina é o mar que se apregoa

 

Nas escadinhas dás mais cor aos azulejos

Quando apregoas sardinhas que me sabem como beijos

Os teus pregões são iguais à claridade

Caldeirada de canções que se entorna na cidade

 

Cordões ao peito de uma luta que é honrada

Que só dá jeito com a cabeça levantada

De perna nua, com provocante altivez

Descobrindo o mar da rua que, esse sim, é português

 

São as varinas dos poemas do Cesário

A vender a ferramenta do mar que é o operário

(...)

Os teus pregões nunca mais ganham idade.

Versos frescos de Camões com salada de saudade.

 

(Letra do «Fado Varina», cantado pelo grande fadista Carlos do Carmo)

 

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INGREDIENTES

1 Peixe-espada, cortado em postas

4 Batatas-doces

1 Couve tah tsai*

300 g de tomate-cereja, cortado em quartos

250 g de camarão, descascado

Sal e pimenta a gosto

Azeite q.b.

 

 

PREPARAÇÃO

Aquecer o forno a 180.ºC.

 

Descascar as batatas-doces e laminar finamente com a ajuda da mandolina. Reservar.

 

Cortar papel vegetal suficiente para cobrir o peixe-espada. Em cada folha de papel vegetal, dispor batata-doce, seguida de folhas (e caule) de couve tah tsai, depois cobrir com o peixe-espada. Colocar tomate-cereja em volta da torre de batata e peixe e finalizar com camarões.

 

Temperar com sal e pimenta. Regar com um fio de azeite.

 

Fechar os papelotes em cima, juntando as duas pontas da folha e dobrando duas vezes. Com fio de cozinha, fechar os lados como em forma de rebuçado.

 

Colocar num tabuleiro e levar ao forno cerca de 25 a 30 minutos.

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*Nota: a couve tah tsai encontra-se à venda nas lojas de produtos biológicos.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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«Roupa Velha» ou o melhor do Natal!

por Paula, em 26.12.14

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O Natal é a altura em que juntamos a família para um noite especial onde reina a harmonia e onde a mesa tem também um lugar central. A noite da Consoada é aquela por que todos anseiam. Cá em casa, manda a tradição que o bacalhau, acompanhado de batatas, couve portuguesa e ovos cozidos seja o rei da mesa. Mas a tradição é ainda mais forte no dia de Natal: ao almoço não pode faltar roupa velha na mesa. Por isso, na noite anterior coze-se bacalhau a mais para que sobre para o dia seguinte.

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O melhor do Natal, para mim, é a roupa velha! Sem este prato simples, não sinto que seja Natal.

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Boas Festas!

Buonas Fiestas!

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Estufado de grão

por Paula, em 25.07.14

Casa da serra

 

Apetece-me contrariar rumos; traçar outras rotas e lançar-me na aventura (ainda que comedida). Quero romper rotinas, despir-me de cansaços e envolver-me com um manto de emoções frescas.

 

Os dias sabem-me a fel, consequência de rotinas gastas e de dias calçados de nada. E o nada é uma sola que não protege nem do calor nem do frio. Pesa, apenas.

 

Ah! Mas se eu conseguisse rompê-lo, então seria novamente criança e correria em busca de outras cores, descalça de tudo e vestida de alegria. Leve, seria eu!

Estufado de grão

 

INGREDIENTES

1 cebola, picada

2 dentes de alho picados

1 c. de sopa de azeite

200 g de tomate em cubos (conserva)

1 c. de chá de cominhos

1 c. de chá de coentros em pó

Sal e pimenta q.b.

Água q.b.

2 cenouras cortadas às rodelas

2 curgetes cortadas em cubos (sem casca)

1 pacote de espinafres congelados

420 g de grão em conserva

 

PREAPARAÇÃO

Num tacho, colocar o azeite e a cebola a refogar até ficar dourada. Juntar o alho e envolver. De seguida, adicionar o tomate e envolver. Temperar com os cominhos, os coentros em pó, o sal e a pimenta. Envolver e deixar apurar os sabores. Juntar um pouco de água se necessário.

 

Depois, é tempo de juntar as cenouras e de as deixar cozinhar um pouco, antes de lhes juntar a curgete e os espinafres. Por último, juntar o grão, envolver e deixar apurar.

 

Estufado de grão

 

Bons sabores do campo que nos devolvem o vigor da boa disposição.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun porbeito!

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Beringela recheada com quinoa

por Paula, em 03.04.14

Beringela recheada com quinoa

 

Os grãos da quinoa, aplicados neste prato simples e cheio de sabor, parecem pequenas pérolas a decorar uma peça de joalharia.

 

INGREDIENTES

 

2 Beringelas

Sumo de ½ lima

1 Malagueta picada, limpa de sementes

1 Courgette cortada em cubos médios

2 C. sopa de azeite

½ Chávena de quinoa

1 Cebola picada

200 ml de caldo de legumes (ou água)

200g de tomate em lata

Sal e pimenta a gosto

Queijo parmesão ralado a gosto

 

PREPARAÇÃO

 

Começar por aquecer o forno a 180.º C. Forrar um tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal.

 

Lavar a beringela, secá-la e cortá-la longitudinalmente. Retirar a polpa com a ajuda de uma colher, cortar em pedaços e reservar.

 

Regar as metades de beringela com o sumo da lima. Dispô-las no tabuleiro forrado e levar ao forno pré-aquecido durante 15 minutos.

 

Entretanto, colocar a quinoa num pequeno tacho, cobrir com uma chávena e meia de água e temperar com sal. Deixar cozinhar durante 15 minutos. Tapar e reservar.

 

Deitar o azeite numa frigideira e refogar a cebola até ficar macia. Acrescentar a malagueta e deixar cozinhar cerca de 1 minuto. Adicionar então a courgette e a polpa da beringela e envolver bem. Regar com o caldo de legumes e deixar cozinhar até os legumes ficarem tenros.

 

Depois, é altura de juntar o tomate e temperar com sal e pimenta a gosto.

 

Por fim, juntar a quinoa ao preparado e colocar nas metades da beringela. Polvilhar com o queijo parmesão e levar a gratinar durante mais 15 minutos.

 

Beringela recheada com quinoa

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

 

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Feijão-frade com broa e funcho

 

O feijão-frade, também conhecido como chícharo (Trás-os-Montes), não gozou sempre da minha simpatia. Na verdade, só há pouco tempo é que me tornei adepta desta leguminosa. Tudo por causa da minha mãe que me "presenteou" com um saco cheio de feijão-frade. Ainda a tentei demover, recordando-a das minhas tiradas na infância para fugir de comer o tradicional fradinho com atum ou bacalhau, mas sem sucesso. Fiz-lhe notar que o poderia ofertar a outra pessoa. Em resposta disse-me que o dividira em partes iguais por todos os irmãos. Por isso, cabia-me decidir que destino dar ao que me cabia. Não será difícil imaginar que o referido saco conheceu todos os cantos da cozinha.

 

Enchendo-me de coragem, escolhi-o, lavei-o e entalei-o coberto com água, uma haste de rosmaninho, uma haste de segurelha, louro e alguma esperança em conseguir comê-lo. Enquanto amaciava, os seus aromas foram invadindo a minha minúscula cozinha. Naquele momento, ocorreu uma mudança quase milagrosa. O cheiro do feijão-frade a cozinhar não me causava enjoos. De facto até me agradava. Incrível. Como é que era possível? Não tardou, pois, que o empregasse num prato rústico, envolto em bom azeite, couves macias do quintal que os meus pais plantaram e uma deliciosa fatia de broa a lembrar os bons sabores da Beira Alta.

 

 

INGREDIENTES

 

200grs de feijão-frade

2 hastes de tomilho ou segurelha

2 folhas de louro

1 haste de rosmaninho

Água q.b.

8 folhas de couve galega (médias e tenras)

1 fatia grossa de broa

2 c. de sopa de azeite

3 dentes de alho picados

Sal e pimenta q.b.

1 c. de sopa de sementes de funcho

 

PREPARAÇÃO

 

Demolhar, de véspera, o feijão-frade cerca de 12 horas, depois de escolhido e lavado.

 

Colocar num tacho e levar ao lume coberto com água, juntamente com as hastes das ervas aromáticas (não adicionar sal), cerca de 30 minutos. Verificar o ponto de cozedura. Escorrer e reservar. Descartar as ervas aromáticas.

 

Lavar e cortar grosseiramente a couve com as mãos e levar a branquear. Escorrer. Cortar a couve de forma miúda e reservar.

 

Numa sertã, colocar o azeite, o alho e deixar frigir um pouco. Juntar o feijão-frade e envolver. Adicionar a couve e temperar com sal e pimenta.

 

De seguida, esfarelar a broa e envolver bem no preparado. Se necessário, regar com mais um pouco de azeite. Juntar as sementes de funcho e envolver. Servir imediatemente.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

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Courgette com salsichas de tofu

por Paula, em 20.03.14

 

Courgette com salsichas de tofu

 

Desta vez viajei rumo ao oriente em busca dos sabores vivos, frescos e picantes. Este prato não é absolutamente oriental, mas a inspiração veio de lá.

 

INGREDIENTES 

200grs de cogumelos pleurothus, cortados grosseiramente

1 cebola roxa, picada

1 c. de sopa de azeite

1 c. de chá de manteiga

1 c. de chá de caril

1 c. de chá de coentros em pó

1 cardamomo (só as sementes)

1 malagueta, picada

1 courgette, laminada longitudinalmente

2 salsichas de tofu com ervas aromáticas

2 c. de sopa de pinhões

Sal q.b.

Hortelã-pimenta, picada, a gosto

Fatias de pão torrado (opcional)

 

PREPARAÇÃO

 

Numa caçarola de cerâmica, colocar o azeite, a manteiga e a cebola. Quando esta amolecer, separá-la para os lados e juntar o caril, os coentros em pó e as sementes da baga de cardamomo. Mexer um pouco e deixar que as especiarias libertem o seu aroma.

 

Juntar os cogumelos e temperar com sal. Deixar cozinhar dois a três minutos e adicionar a malagueta.

 

Acrescentar as salsichas de tofu e deixar cozinhar por um minuto. Adicionar a courgette e envolve-la no preparado apenas para amolecer um pouco.

 

Finalizar com os pinhões e a hortelã-pimenta. Servir com pão torrado.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

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Tarte rústica de enchidos

por Paula, em 13.03.14

Tarte rústica de grelos e enchidos

 

Os pratos mais saborosos são aqueles que usam os ingredientes que apanhamos diretamente da horta. Ali, conforme a época, existe um mundo infinito de possibilidades, como os grelos de couve que agora abundam. No que às carnes diz respeito, o início do ano é normalmente dedicado à tradicional matança do porco. Os enchidos preparados pela minha mãe e pela minha prima Lurdes encheram a casa de aromas e começam agora a ser utilizados conforme o apetite e a inspiração.

 

INGREDIENTES

1 embalagem de massa folhada de compra

½ molho de grelos de couve, lavados e cortados grosseiramente

½ morcela, cortada em pedaços e sem pele

½ farinheira, cortada em pedaços e sem pele

1 c. de sopa de azeite

1 dente alho, picado

1 cebola roxa, cortada em meias-luas

Sal e pimenta q.b.

100g de queijo feta (ou outro a gosto), partido em pedaços

1 C. de sopa de mel

 

PREPARAÇÃO

Pré-aquecer o forno a 200ºC.

 

Numa wok, colocar o azeite, o alho e a cebola e refogar ligeiramente.

 

Adicionar os grelos e envolver no refogado. Temperar com sal e pimenta.

 

Quando os legumes estiverem cozinhados al dente, juntar os enchidos e envolver. Deixar cozinhar dois a três minutos, apenas para ganharem temperatura e largar os sabores.

 

Dispor o preparado sobre a massa folhada, deixando uma margem considerável em toda volta.

 

Colocar o queijo sobre o preparado e fechar a massa sobrante sobre o mesmo.

 

Levar ao forno até a massa ficar dourada.

 

Finalizar com uma colher de sopa de mel.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

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Das favas salteadas

por Paula, em 25.07.13

Favas-ervilhas-queijo

 

É uma verdade universalmente reconhecida que quem semeia favas as colhe de bom gosto e as degusta com maior prazer. Aquelas, trazem consigo a memória da aprendizagem degustativa, a que acompanha um indivíduo toda a vida, pois raramente se ouve alguém dizer que gosta de tudo. Se o disser, certamente que não fala a verdade. Gostar de favas não é afirmação que se ouça por aí com facilidade. A maior parte, aprendeu a gostar ou a degustar; a reconhecer a inegável textura sedosa das favas peladas que se rendem à envolvência do azeite aromatizado com chalota e alho ou a apreciá-las quando apanhadas em início de época, ainda tenras e suculentas. Com ou sem enchidos. Talvez acompanhadas com cavala de conserva em óleo, porquanto ficam irresistíveis. Mas se se procurar algo diferente, poderão prová-las com ovos benedict, regadas com o famoso molho holandês.

 

 Favas salteadas

 

INGREDIENTES

(Serve 4)

 

400 g de favas sem vagem

1 ramo de salsa (só as folhas) picado

1 chalota finamente picada

1 dente de alho picado

30 g de manteiga

Sal q.b.

1 pitada de pimenta-preta

1 pitada de noz-moscada ralada no momento

Água q.b.

 

PREPARAÇÃO

  1. Num tacho colocar água e deixar levantar fervura (se tiver uma chaleira eléctrica, fica a tarefa facilitada). Juntar as favas e deixar cozer um minuto. Escorrer e passar por água fria corrente (pode designar-se como arrefecer, assustar ou branquear).
  2. Retirar a casca às favas mais graúdas.
  3. Numa frigideira, colocar a manteiga e deixar derreter. Adicionar a chalota e o alho e saltear até ficarem translúcidos.
  4. Juntar as favas e temperar com sal a gosto, pimenta e noz-moscada.
  5. Saltear por mais dois ou três minutos e depois adicionar a salsa. Misturar bem e empratar.

 

As favas cozinhadas desta forma ficam deliciosas e constituem uma alternativa à tradicional forma de as fazer com carne e enchidos. Para além de ficarem saborosas, a textura é muito agradável. Podem servir-se simples ou como referido na introdução deste post.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

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