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Camarão com massa de arroz

por Paula, em 14.09.15

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Festival do Cinema Chinês está a decorrer em Lisboa, no Cinema Ideal e na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, até ao próximo dia 30 de Setembro.

 

Depois de ver o programa, fiquei com vontade de ir ver dois filmes: "Famílias Além das Nuvens" e, principalmente, "A Era do Ouro". Mas, como as sessões decorrem, ambas, hoje, não sei se conseguirei ir até ao Chiado para assistir à sua projecção. Por isso, se não conseguir ver agora, tentarei ver noutra altura. Ficam, se for o caso, no registo da lista de filmes para conhecer.

 

Em jeito de linha com o Festival que está a decorrer e em celebração da cultura cinematográfica, confeccionei este prato que liga as gastronomias oriental e portuguesa. O resultado agradou-me bastante.

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INGREDIENTES

300 g de camarão (sem casca)

100 ml de vinho branco

3 lombos de caranguejo, cortados em cubos

1 pimento vermelho, cortado em juliana

1 colher de sopa de alcaparras, picadas

2 dentes de alho, picados

2 colheres de sopa de molho de soja

Azeite q.b.

Sal e pimenta q.b.

1 colher de chá de molho picante

Salsa ou coentros picados q.b.

Massa de arroz q.b.

 

PREPARAÇÃO

Numa wok, dispor o azeite e o alho para que o primeiro aromatize. De seguida, adicionar o pimento e envolver. Depois, refrescar com o vinho branco e temperar com pimenta, o molho picante e uma pitada de sal (tendo em atenção que o molho de soja também é salgado). Adicionar metade da salsa picada, as alcaparras e regar com o molho de soja. Deixar apurar cerca de 5 minutos ou até o camarão estar cozinhado. Desligar o lume e finalizar com a restante salsa.

 

Entretanto, aquecer água e cobrir a massa de arroz com a mesma. Com a ajuda de um garfo ou de pinças, soltar os fios da massa, e deixar que a mesma coza pelo tempo indicado na embalagem.

 

Escorrer a massa, e servir com o camarão, finalizando com um pouco mais de molho de soja.

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 Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

Música Tradicional Chinesa

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Lombo de porco assado com alcaravia

por Paula, em 08.05.15

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Os gregos chamaram-lhe karon. Os àrabes diziam-na karwaia. Na Idade Média era conhecida como cari. Da família das umbelíferas, a alcaravia ou cominhos-dos-prados (carum carvi) é uma erva aromática de sabor intenso a lembrar um pouco os cominhos, sendo por isso algumas vezes confundida com aqueles. Dá-se essencialmente nos climas frios da Europa Setentrional e Central e nas montanhas limitantes da Europa Mediterrânica. É muito utilizada no norte da Europa para aromatizar pastelaria e charcutaria. Também constitui a base do licor Kümmel e é óptima para dar vida e sabor a sopas, saladas e estufados.

 

O meu primeiro contacto com as sementes de alcaravia aconteceu em Budapeste por via da goulash. Quando regressei a Portugal, tentei encontrá-la mas nas lojas ninguém a sabia identificar. Todavia, hoje, já se consegue comprar em algumas grandes superfícies.

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INGREDIENTES

1 lombo de porco com 2 kg

1 limão

1 c. de chá de sementes de alcaravia

1 c. de chá de cominhos

1 c. de chá de pimenta branca

1 c. de chá de paprica

1 piri-piri, picado

2 c. de sopa de azeite aromatizado com tomilho e alecrim (ou simples)

1 cabeça de alhos, cortada ao meio + 4 alhos, picados

Sal q.b.

250 ml de vinho branco

100 ml de água

1 c. de chá de farinha

 

PREPARAÇÃO

Colocar o lombo de porco num recipiente fundo, cobrir com água e regar com o sumo do limão. Deixar as metades do limão junto do lombo, tapar o recipiente com película aderente e reservar no frigorífico de um dia para o outro.

 

Retirar o lombo da água, secar com papel de cozinha e com uma faca fazer um golpes. De seguida, juntar o azeite, as especiarias e os alhos picados, envolver bem e barrar a carne com a mistura, tendo o cuidado de colocar algum tempero nos entalhes da carne para que ganhe mais sabor.

 

Colocar o lombo já temperado num tabuleiro de ir ao forno, bem como as metades de cabeça de alho, o vinho branco e a água. Levar ao forno pré-aquecido a 160.º C durante 60 minutos. Ao fim desse tempo, virar a carne e deixar assar por mais 60 minutos. Aumentar a temperatura para os 200.º C e deixar cozinhar por mais 30 a 40 minutos até a carne estar cozinhada.

 

Retirar a carne do tabuleiro e colocar numa tábua para repousar um pouco. Depois, levar ao lume o tabuleiro onde se assou a carne, adicionar a farinha diluída num pouco de água ao molho que restou da carne e juntar os alhos assados que se retiram das cascas pressionando ligeiramente. Envolver bem com a ajuda de uma colher até engrossar. Finalmente, triturar tudo num copo com a ajuda da varinha mágica. Servir a carne fatiada apresentando o molho à parte numa molheira.

 

As sementes de alcaravia ligaram muito bem com o lombo de porco e com o molho que posteriormente o regou, dando-lhe vida.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Peito de frango recheado

por Paula, em 26.04.15

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Uma das afirmações que ouço com alguma regularidade, no que concerne a carne frango, é a de que não apreciam a parte do peito por ser muita seca. Ao contrário desta corrente, eu prefiro esta parte à suculenta “pernoca” da referida ave.

 

Uma forma de tornar o peito de frango mais apetecível é recheá-lo. Por isso,  sugiro um peito de frango recheado com um saboroso queijo-creme com alho e ervas aromáticas. Sem margem para dúvidas: de-li-ci-o-so!

 

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INGREDIENTES

2 peitos de frango

150 g de queijo-creme com alho e ervas aromáticas*

Sal e pimenta a gosto

1 rodela de gengibre fresco, ralado

Espargos q.b.

Azeite q.b.

 

PREPARAÇÃO

Aquecer o forno a 200.ºC.

 

Abrir os peitos de frango ao meio, com a ajuda de uma faca. Temperar com o sal, a pimenta e o gengibre. Rechear com o queijo-creme e fechar com a ajuda de uns palitos.

 

Dispor em travessa forrada com papel vegetal e regar com um pouco de azeite ou manteiga.

 

Cobrir a travessa com papel de alumínio e levar ao forno durante 30 minutos. Ao fim desse tempo, retirar o papel de alumínio e deixar que a carne aloure.

 

Servir com espargos cozidos em vapor e arroz negro.

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* Pode fazer o seu próprio queijo-creme, juntando o queijo, alho e ervas aromáticas a gosto, mexendo tudo muito bem.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

 

Música: "The days of wine and roses", by Laverne Butler

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Cestos de ovo

por Paula, em 31.01.15

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Croque-madame é uma variação da croque-monsieur. Esta é uma sandes feita com pão, presunto e queijo, grelhada numa frigideira ou no forno. Pensa-se que terá aparecido em 1910 num bistrot parisiense. Já a croque-madame é uma versão daquela sandes que leva um ovo por cima.

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Inspirada por Rachel Khoo, a apresentadora do belíssimo programa My Little French Kitchen, que passa no canal 24Kitchen, que fez uma versão muito original e esteticamente muito apelativa da croque-madame, decidi fazer uns cestos de ovo. Não posso chamá-los de “croque-madame à moda de Rachel Khoo” porque utilizei sobras de frango assado no forno. Todavia, o espírito é o mesmo. J’adore!

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INGREDIENTES (para 6 unidades)

6 fatias de pão integral, sem côdea (estilo Bimbo)

100 g de manteiga, derretida ou líquida

6 ovos

100 ml de natas frescas

Sobras de frango q.b. (ou outra carne), desfiadas

Sal e pimenta a gosto

Cebolinho fresco ou poejo q.b.

 

PREAPARAÇÃO

Aquecer o forno a 180.ºC.

 

Com a ajuda de um rolo de massa, espalme as fatias de pão até ficarem bem finas. De seguida, pincelar com manteiga de ambos os lados. Colocar cada uma das fatias em formas anti-aderentes para queques, de modo a formar um pequeno cesto.

 

Cobrir o fundo do cesto com o frango. Adicionar 1 colher de sopa de natas e cobrir com o ovo. Temperar com um pouco de sal e pimenta e finalizar com cebolinho ou poejo fresco.

 

Levar ao forno durante cerca de 15 minutos ou até o ovo apresentar a consistência desejada.

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Estes cestos são versáteis. Tanto se podem comer ao pequeno-almoço como ao lanche ou numa das principais refeições, acompanhados com uma salada ou legumes salteados.

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Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Trouxas de ovos em cama de cogumelos

por Paula, em 15.01.15

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Esta receita deixa-me orgulhosa. Pensei-a, fi-la e resultou muito bem. Adorei a combinação do sabor intenso dos cogumelos com a cremosidade do ovo e o crocante delicado da massa filo. Ficou delicioso. Mas eu sou suspeita porque entre os ingredientes estão alguns que são os meus favoritos, como os ovos e os cogumelos.

 

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INGREDIENTES

600g de cogumelos sortidos (usei uma embalagem de cogumelos congelados do Continente)

1 cebola, picada

1 dente de alho, picado

150g de toucinho fumado, partido em cubos

2 c. de sopa de manteiga

1 c. de chá de sementes de coentros torrados

Gengibre fresco q.b., ralado

1 embalagem de massa filo

4 ovos

Cebolinho q.b.,

Azeite q.b.

Sal e pimenta a gosto

 

PREPARAÇÃO

Numa sertã, colocar o toucinho fumado para que largue um pouco da gordura e cozinhe ligeiramente. Reservar.

 

Na mesma sertã, e sem limpar, colocar a manteiga e a cebola. Deixar alourar e só então adicionar o alho e as sementes de coentros.

 

De seguida, adicionar os cogumelos e temperar com sal e pimenta a gosto e aromatizar com gengibre. Deixar cozinhar por cerca de 20 minutos.

Entretanto, ligar o forno a 180.ºC, untar um tabuleiro de muffins com um pouco de manteiga e reservar.

 

Cortar as folhas de massa filo em quadrados e pincelar com azeite. Juntar cerca de duas a três folhas e coloca-las nas formas de muffins. De seguida, distribuir o toucinho fumado pelas formas, um pouco de gengibre ralado e os ovos. Fechar as trouxas com um pouco de cebolinho e pincelar com um pouco de azeite.

 

Levar ao forno durante 7 a 10 minutos. Se se quiser que os ovos fiquem bem cozidos, deixar ficar por mais dois ou três minutos.

 

Retirar e servir em cama de cogumelos, e finalizar com cebolinho picado a gosto.

 

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 Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

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Tarte de folhas de videira

por Paula, em 17.06.14

Videiras

 

Das videiras sei que são bonitas, frondosas e refrescantes. Gosto do corte das folhas a lembrar saias para usar na praia ou numa tarde soalheira a que se junta um copo de vinho para completar o quadro. E as cores? Verdes claras quando rebentam, verdes escuras no Verão e no Outono tornam-se numa paleta de amarelos, laranjas e castanhos, como que a aquecer o ambiente e a forrar o chão para receberem as primeiras chuvas e as mãos que as irão vindimar.

 

Delas, cristalizo ainda nos sentidos os frutos: bagos rosados ou dourados para saborear ou para ofertar a Baco. Mas não são só os frutos que têm lugar na mesa. Com as folhas também se faz uma refeição antiga, oriental e saborosa.

 

 

A receita é da parte turca do Chipre. Chegou ao meu conhecimento através do livro de Yotam Ottolenghi, O Novo Vegetariano, que contém 120 receitas originais desenvolvidas pelo autor para a coluna New Vegetarian da revista Guardian Weekend. Estas são bastante apelativas, fáceis de executar e óptimas para vegetarianos e não só. A ousadia, pelo exemplo que fica, é um traço da sua forma de abordar a culinária. Esta em particular é um clássico da cozinha turca que pode ser servido morno ou à temperatura ambiente como entrada ou como petisco.

 

 

INGREDIENTES

20 a 25 folhas de videira frescas e tenras

4 chalotas, picadas finamente

4 c. de sopa de azeite

20 g de manteiga sem sal, derretida

200g de iogurte grego, mais algum para servir

25g de pinhões, ligeiramente torrados

½ c. de sopa de estragão, picado finamente

2 c. de sopa de salsa, picada finamente

3 c. de sopa de endro, picado finamente

Raspa de 1 limão

1 c. de sopa de sumo de limão

70g de farinha de arroz

3 c. de sopa de pão ralado

Sal e pimenta-preta q.b.

 

PREPARAÇÃO

Aquecer o forno a 190.ºC.

 

Colocar as folhas de videira num recipiente e cobrir com água a ferver e deixar demolhar durante 10 minutos. De seguida, retiras as folhas, secá-las com um pano de cozinha. Com uma tesoura, aparar os pedaços duros na base das folhas.

 

Numa frigideira, deitar uma colher de sopa de azeite e saltear as chalotas durante 8 minutos. Deixar arrefecer.

 

Num prato de forno redondos dispor as folhas de videira, cobrindo o fundo e os lados, sobrepondo-as ligeiramente e permitindo que que passem acima do rebordo do prato.

 

Depois, misturar a manteiga derretida com 2 c. de sopa de azeite e utilizar cerca de 2/3 para pincelar generosamente as folhas que estão a forrar o prato.

 

De seguida, misturar as chalotas, o iogurte, os pinhões, as ervas aromáticas, a raspa e o sumo de limão. Temperar com sal e pimenta-preta a gosto. Juntar a farinha de arroz e mexer bem até obter uma pasta homogénea.

 

Espalhar o preparado uniformemente sobre as folhas que estão a forrar o prato. Dobrar as folhas para cima do recheio e cobrir com as restantes folhas de videira. Pincelar com a restante mistura de manteiga e azeite. Por fim, polvilhar com pão ralado e regar com a restante colher de sopa de azeite.

 

Levar ao forno durante 40 minutos ou até as folhas estarem estaladiças e o pão ralado estar dourado. Retirar do forno e deixar repousar por 10 minutos.

 

Servir com iogurte grego bem fresco.

 

 

Esta receita é bastante invulgar e revela-se uma agradável surpresa. No livro, Yotam Ottolenghi refere que esta tarte pode ser feita com folhas de videira em conserva. Como tenho videiras no quintal, decidi arriscar e tentar fazer uma conserva aproveitando as folhas que ainda estão tenras para utilizar noutra altura do ano. Em tempo darei nota do resultado e, se for bom, deixarei a receita.

 

 

Bom apetite!

Que bos faga bun porbeito!

 

 

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Saltimbocca alla Romana

por Paula, em 18.04.14

Saltimbocca alla Romana

 

Saltimbocca alla Romana é um prato feito com bife de vitela panado em farinha e cozinhado com salva e presunto. Pode ser apresentado de forma natural, plana, ou enrolado e preso com palitos. Esta segunda forma, embora mais bonita, pode apresentar uma dificuldade: que o bife não cozinhe uniformemente. Por mim, dispensei a farinha, mas dei uso de bom grado à salva e optei pela apresentação mais simples.

 

O nome científico da salva é salvia officinalis. Todavia, é também conhecida por muitos outras designações: erva-santa, salva-mansa, salva-menor, salva-das-farmácias, salva-da-catalunha, grande-salva, chá-da-europa, chá-da-grécia, chá-da-frança. Sobre esta última é interessante saber que Luís XIV bebia todas as manhãs, ao levantar, duas chávenas de salva e verónica.

 

Originária do Mediterrâneo, a salva é caracterizada por ter folhas oblongas de um verde-acinzentado, aveludadas e com pêlos, ricas em óleo que contém cânfora, taninos, alcalóides e saponina. Para além da variação mais comum, existe ainda a salva-esclareia (Salvia sclarea) que tem um aroma almiscarado muito intenso. Esta variedade é mais usada em bouquets aromáticos e almofadas de ervas, sendo que há quem a utilize também para aromatizar vinhos, marmeladas e fruta cozinhada.

 

As suas propriedades são conhecidas há séculos. Conta-se que a Escola de Salerno (famosa escola de medicina situada naquela cidade italiana) já a designava de Salvia salvatrix, numa evocação à máxima de que a existir um jardim de salva, não haveria morte. Aliás, salvia deriva de salus que significa saúde.

 

Por ser uma planta muito aromática e de sabor intenso, é difícil apreciá-la na primeira abordagem. Apesar de ser bastante utilizada na culinária, o seu uso deve ser moderado pois pode tornar-se tóxica. Pessoas com hipertensão devem evitar o seu consumo.

 

Saltimbocca alla Romana

 

INGREDIENTES

4 bifes finos de vitela (alcatra ou lombo)

1 pitada de sal

1 pitada de pimenta

1 pé de salva fresca (de 2 a 3 folhas por bife)

250 g de presunto fatiado

1 c. de sopa de azeite

30 g de manteiga

80 ml de vinho Moscatel

100 ml de caldo de vitela (ou de galinha)

 

PREPARAÇÃO

Colocar os bifes, um de cada vez, entre duas folhas de papel vegetal e bater ligeiramente para que adelgacem e estendam um pouco mais.

 

Temperar com um pouco de sal e pimenta – tendo em conta que o presunto e o caldo já contêm sal, pelo que há perigo de salgar os bifes. Dispor duas a três folhas por bife, carregando um pouco para que adiram bem à carne. De seguida, dispor o presunto sobre os bifes, pressionando igualmente com os dedos.

 

Numa frigideira, colocar o azeite e metade da manteiga e deixar aquecer. Saltear os bifes durante dois minutos de cada lado. Regar com o vinho, retirar os bifes e reservar.

 

Juntar o caldo aos sucos que ficaram na frigideira e deixar reduzir. É então altura de juntar a manteiga restante, bem como os bifes que se reservou apenas para ligarem como molho.

 

Estes bifes (saltimbocca) vão bem acompanhados com batatas cortadas em gomos e assadas no forno. Para o efeito, ligar o forno a 200.ºC. Descascar e cortar as batatas em gomos. Temperar com sal, uma folha de louro, dois dentes de alhos esmagados com camisa (ou seja, com casca) uma colher de chá de pimentão-doce e regar com um fio de azeite. Levar ao forno durante cerca de 20 minutos ou até estarem cozinhadas e douradas.

 

Saltimbocca alla Romana

 

Pessoalmente, já tinha tentado usar a salva mas sem sucesso. Contudo, esta receita levou a que fosse aceite na minha cozinha a ponto de querer saber mais sobre ela. Creio que merece que se aposte nela, devendo dar-se-lhe um uso moderado, como já referido.

 

Bom apetite!

Bon appétit!

Jo étvágyat!

Que bos faga bun porbeito!

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