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Os pratos mais emblemáticos da região vão estar à mesa dos restaurantes do concelho de Seia, durante o período da Páscoa, em mais uma edição da Mostra de Gastronomia “Aromas e Sabores da Montanha”.

 

A Mostra de Gastronomia decorre de 28 de março a 12 de abril, nos 24 espaços aderentes, e promete surpreender os clientes com pratos típicos e inovadores, de sabores e saberes que refletem os hábitos e tradições da Montanha.

 

De entrada, petisco ou prato principal, confecionado de forma tradicional ou num prato mais sofisticado, serão várias as opções em destaque, que privilegiam, entre outros, o uso do cabrito, borrego, Queijo Serra da Estrela, mel, requeijão, enchidos, o Pão do Sabugueiro e a Broa de Loriga, enquanto produtos locais, mas também outros pratos típicos, onde faltarão sugestões de vinho do Dão, produzido no concelho.

 

Promovida pela ADIRAM – Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede das Aldeias de Montanha, em parceria com os restaurantes e o Município de Seia, a mostra pretende promover o potencial gastronómico do concelho e, assim, impulsionar o setor da restauração, um património gastronómico único, testemunho de gerações passadas, inspirado nos produtos locais e nas necessidades e exigências da vida quotidiana daqueles que aqui vivem.

 

O legado desta valiosa herança de saberes e sabores, no nosso concelho de Seia, é reconhecido como um dos produtos turísticos com maior capacidade de promoção da região, sendo a Mostra de Gastronomia um dos instrumentos para a sua divulgação.

 

RESTAURANTES ADERENTES
Abrigo da Floresta | Abrigo da Montanha | Borges | Cabeço das Fragas | Churrasqueira Serrana | Guarda Rios | Império | Miralva | Mirante da Estrela | Museu do Pão | O Camelo | O Farol | O Favo | O Fim do Mundo | O Forno Margarida I | O Manjar da Serra da Estrela | O Tachinho do Francisco | O Vicente | O Regional da Serra | São Martinho- Quinta do Crestelo | Senhora da Lomba | Espaço Ego

Outros Espaços: Conta Gotas | Senalonga 

 

Fonte: http://www.cm-seia.pt/

 

Boas descobertas!

 

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Street Food European Festival

por Paula, em 27.03.15

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O Street Food European Festival chega pela primeira vez a Portugal, com o patrocínio exclusivo da Estrella Damm. Com entrada livre, o festival irá decorrer entre os próximos dias 4 e 12 de Abril, nos Jardins do Casino do Estoril, onde os fãs poderão saborear diferentes conceitos gastronómicos sempre acompanhados pela frescura da cerveja Estrella Damm.

O Street Food European Festival traz mais de 50 veículos com os conceitos mais originais e inovadores desde doces, tapas, cachorros até ao sushi, e promete demonstrar como o Street Food é parte de uma experiência gastronómica e motivo para uma próxima viagem.

 

A marca Estrella Damm irá contar com um destes veículos – a carrinha-cozinha Estrella Damm – onde serão apresentadas algumas surpresas gastronómicas perfeitas para acompanhar com cerveja e para responder ao apetite dos fãs mais exigentes.

 

Desde as deliciosas “sandes de porco bísaro” do chef Nuno Diniz e do foodie Rodrigo Meneses, as maravilhosas “lulas” e “lombinhos de porco” do restaurante Duetos da Sé, passando pelos apetitosos “montaditos de presunto e salmão”, o “croquete de alheira” e “barriga de porco” do restaurante Entre Vinhos, e terminando no conhecido “risoto de camarão e choco” e os “ovos rotos com alheira” do restaurante Salero.

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Programação carrinha Estrella Damm:

4 de abril – Entre Vinhos

5 de abril – Entre Vinhos

6 de abril – Duetos da Sé

7 de abril – Salero

8 de abril – Duetos da Sé

9 a 12 de abril – Chef Nuno Diniz & Foodie Rodrigo Meneses

 

O festival conta com a presença de 40 veículos nacionais, entre eles a “Charcutaria Lisboa”, “O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo”, “Bolas de Praia”, “The Skinny Bagel”, “Sushi Van”, “Yonest” e o já reconhecido “Conceito Food Store” do chef Daniel Estriga.

 

Dos veículos internacionais destacam-se o Bunsmobile (Alemanha), B-Gurmet (França), Dog Town (Inglaterra), Mozao (Itália) e Ciacha (Polónia), entre muitos outros que prometem fazer as delícias dos fãs de gastronomia.

 

O Street Food é um conceito que está, cada vez mais, em voga e em crescimento em muitos países europeus. Em grandes cidades como Berlim, Paris e Londres, o Street Food está cada vez mais amplificado e até já surgiu com uma vertente gourmet que tem ganho cada vez mais notoriedade e adeptos, não só clientes mas também de empreendedores visionários com ideias originais.

 

Este conceito está integrado no World Food Tourism Summit (WFTS) que decorre no Centro de Congressos do Estoril, de 8 a 11 de abril. O WFTS traz a Portugal centenas de profissionais do turismo, culinária e gastronomia e tem como principal objetivo apoiar a indústria, inovar os seus modelos e processos de negócio e desenvolver o contacto entre profissionais, fomentando novas parcerias e negócios.

 

Mais informações sobre o Street Food European Festival:

 

Facebook Estrella Damm Portugal:

https://www.facebook.com/EstrellaDammPT

Facebook Street Food European Festival:

https://www.facebook.com/StreetFoodEuropeanFestival.

 

Boas descobertas!

 

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No passado dia 28 de Fevereiro, a convite da Zona de Turismo do Algarve e da Tertúlia Algarvia no âmbito da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) que decorreu na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, participei num workshop sobre a cataplana algarvia.

 

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A Tertúlia Algarvia é um espaço criado em 2013 por um grupo de amigos que proporciona refeições com pratos regionais e mediterrânicos, promove oficinas de gastronomia, vinhos, artesanato, etc., divulgando a dieta mediterrânica, bem como a história, a cultura, as tradições regionais, organizações e os produtos do Algarve.

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A cataplana é uma espécie de panela de pressão muito usual na cozinha algarvia, constituída por duas calotas que se ajustam através de uma dobradiça e assim se fecham hermeticamente. O termo cataplana refere-se não só ao utensílio em si, mas também à forma de cozinhar e às receitas confeccionadas. Desconhece-se a sua história. Todavia, pensa-se que terá chegado ao Algarve durante a ocupação árabe devido às suas semelhanças com a tagine marroquina. A sua forma cilíndrica bem como as suas pegas fazem dele um acessório fácil de transportar. Por outro lado, a sua forma de confecção é muito fácil e saudável atendendo ao facto de cozinhar essencialmente em vapor.

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Em equipas de três elementos confeccionámos uma receita de cataplana de polvo com batata-doce que, modéstia à parte -  e os meus companheiros de equipa, a Teresa do blogue A Cozinha da Ovelha Negra e o Mário Martins do Turismo do Algarve, certamente que subscrevem a minha afirmação - estava uma delícia, sendo que foram eles que mais contribuiram para esse efeito.

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Receita de Cataplana de Polvo com Batata-Doce

da Tertúlia Algarvia

(para 4 pessoas)

 

INGREDIENTES

600 g de polvo cozido

500 g de batata-doce

100 g de toucinho magro

150 g de cebola

100 g de pimento vermelho

100 g de pimento verde

12 g de alho

1 malagueta

1 folha de louro

1 dl de azeite

1 dl de caldo de cozedura do polvo

½ dl de vinho branco

Colorau q.b.

Coentros q.b.

Alecrim, tomilho e hortelã q.b.

Sal q.b.

 

PREPARAÇÃO

De véspera:

Cozer o polvo com 1 cebola, 3 dentes de alho esmagados com casca e 1 malagueta, por cerca de 45 minutos. Reservar o caldo. Cortar o polvo em pedaços e reservar.

 

Cozer ou assar a batata-doce com casca. Descascar e partir em rodelas largas. Reservar.

 

No dia de confecção:

Cortar a cebola e os pimentos com sementes em juliana, o alho em lâminas e o toucinho em cubos.

 

Colocar o azeite na cataplana e alourar o toucinho. Acrescentar, de seguida, o alho para aromatizar o azeite. De seguida, acrescentar os restantes ingredientes e a folha de louro. Refrescar com o vinho branco, que deve ferver.

 

Acrescentar o polvo, o colorau, a batata cortada em rodelas grossas (sem casca) e cerca de 1 dl do caldo da cozedura do polvo. Acrescentar as ervas, tapar e deixar ferver por cerca de 5 minutos.

 

Antes de juntar as ervas poder-se-á juntar, facultativamente, um punhado de amêijoa ou berbigão com casca e algumas gambas. Deixar cozinhar um pouco e no fim juntar as a ervas aromáticas e deixar ferver por cinco minutos.

 

Ao cozinhar na cataplana tem que se ter em especial atenção as temperaturas que não deverão ser altas para que não se queimem os ingredientes, deixando, ao invés que estes cozinhem lentamente ao vapor.

 

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Foi uma excelente experiência - de tal forma que acabei por ficar à conversa com a Teresa e com a Sandra (Tertúlia Algarvia) muito para além do workshop - que muito gostaria de repetir.

 

Bom apetite e boas descobertas!

Que bos faga bun purbeito e buonas scubiertas! 

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Hoje, o meu coração está de luto.

 

Perdi um grande amigo. Choro. Faço um esforço para não chorar. Mas as lágrimas e os soluços teimam em saltar. Não era assim que ele gostaria que eu estivesse. Ele que afastava as vicissitudes da vida – e foram tantas! – com uma gargalhada solta como que desafiando tudo e todos. As lágrimas, essas, escondia-as.

 

Conversávamos sobre tudo e sobre nada. Depois, vinha a poesia em mirandês, onde largava o seu ser, a sua alma, o seu verdadeiro eu. O mirandês que me encantava e que me encanta. Lia a sua poesia de uma forma suave, doce, meiga. As palavras saiam como que murmuradas, ainda que não o fossem. Falava-nos ao coração. Era assim o meu amigo. Um homem inteligente, bom, sensível.

 

Tenho saudades suas! – disse-lhe. Volto no Sábado para lermos mais um pouco. – acrescentei.

Gostava muito, Paula! – as palavras saem acompanhadas de um aperto na minha mão que segurava no seu colo.

Mas a leitura de Sábado não aconteceu. E não voltámos a falar.

 

E agora, tenho ainda mais saudades suas!! Muitas!

 

Mas o meu amigo não me queria ver assim. Isso eu sei.

An ruin anho, buona cara!

 

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Fotografia retirada do Facebook 

 

"NACIMIENTO DE COUSAS NUOBAS"

Morriu-se hoije, 1 de márcio, an sue casa, an Lisboua, l poeta, scritor i jurista Amadeu Ferreira, por bias de padecer de un cáncaro de l celebro hai mais de anho i meio.Cumprindo-se l sou pedido, l cuorpo será cremado. Nun haberá cerimónias fúnebres.

 

Eiran a realizar-se dues houmenaiges an sue mimória esta sumana: ua l die 3, terça, apuis l meio de la tarde,an Lisboua, na Casa de Trás-ls-Montes; outra l die 4,a la tarde, na sue tierra, an Sendin, Miranda de l Douro, na Casa de la Cultura, adonde ls amigos poderan rendir le houmenaige, lendo testos de l’outorie de l scritor ou simplemente passando.

 

Amadeu Ferreira naciu a 29 de júlio de 1950 an Sendin, Miranda de l Douro. Era persidente de la Associaçon de la Lhéngua i Cultura Mirandesa, persidente de la Academie de Lhetras de Trás-ls-Montes, bice-persidente de la Comisson de l Mercado de Balores Mobiliairos (CMVM), porsor cumbidado de la Faculdade de Dreito de la Ounibersidade Nuoba de Lisboua, membro de l Cunseilho Giral de l Anstituto Politécnico de Bregáncia i, zde 2004, comendador de la Orde de lMérito de la República Pertuesa.

 

Outor i tradutor dua bastíssema obra an pertués i mirandés, tamien culs pseudónimos Fracisco Niebro, Marcus Miranda i Fonso Roixo, Amadeu Ferreira dou mos obras científicas i lhiterairas, an poesie i an prosa. Antre muitas outras publicou: ne l Dreito, "Homicídio Preveligiado" i"Direito dos Valores Mobiliários"; an poesie,"Cebadeiros", "Ars Vivendi / Ars Moriendi" i "Norteando"; an prosa, "La bouba de la Tenerie / Tempo de Fogo", "Cuntas de Tiu Jouquin", "Lhéngua Mirandesa – Manifesto an Forma de Hino" i "Ditos Dezideiros / Provérbios Mirandeses". Traduziu pa la lhéngua mirandesa obras cumo "Ls Quatro Eibangeilhos", "Ls Lúsiadas", de Luís Vaz de Camões, "Mensaige", de Fernando Pessoa, dues abinturas de "Astérix" i obras de Hourácio, Bergildo i Catulo, antre muitos outros.Alhá desso,fuicolaborador, subretodo an mirandés, de de lJornal Nordeste, adonde mantenie hai muitos anhos la Fuolha Mirandesa, de lMensageiro de Bragança, de lDiário de Trás-os-Montes, de lPúblico i de la rádio MirandumFM, i publicoumais de trés mil testos, quaijeque todos lhiterairos,an blogues cumo Fuontes de l Aire,Cumo Quien Bai de Camino i Froles Mirandesas.

 

La sue biografie i l sou mais reciente lhibro, “Belheç / Velhice”,tenen salimiento marcado pa l die 5 de márcio, esta sumana, na Faculdade de Dreito de la Nuoba de Lisboua. Neste últimopuode ler se pula mano de l sou pseudónimo Fracisco Niebro:

 

"Hai un tiempo para nacer i un tiempo para un se morrer. L'alma nun puode bolar pa l cielo. Senó, cumo podien nacer cousas nuobas? Essa ye la rucerreiçon de las almas: son bidas nuobas. Son bichicos, arbicas i todo l que bibe. Ye por esso que fázen mui mal an anterrar las pessonas ne l semitério: habien de las anterrar pul campo para ajudar las almas a nacer. Assi, Dius, seia quien fur, ten muito mais trabalho."

 

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