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Doce de abóbora-chila

por Paula, em 25.02.11

Existe uma grande variedade de abóboras. Conseguimo-las encontrar em vários formatos e cores distintas.

São ricas em cálcio, magnésio, fósforo, betacaroteno, ácido fólico e vitamina C. Caracterizam-se ainda por serem altamente alcalinas. As suas propriedades ajudam no alívio da acidose do fígado e do sangue. Diz-se que a ingestão das pevides ajuda na expulsão das lombrigas e ténias. Nalguma bibliografia, aparece indicada para o tratamento de artrite, bronquite, queimaduras provocadas pela exposição solar, otites, verrugas e para o alívio dos enjoos durante a gravidez.

As abóboras são daqueles frutosque todos os anos aparecem cá por casa. O ano que passou só foi excepção pela farta quantidade que a cultura nos deu.

As que me calharam, tiveram vários destinos. Umas foram cortadas em pedaços e congeladas para serem usadas na confecção de sopas, estufados, risottos e... para fazer doces, pois claro! As sementes foram aproveitadas para secar. Servirão para a próxima sementeira.

Contudo, nem todas puderam ser consumidas durante o Verão e o Outono. A abóbora-chila só está pronta para ser consumida a partir de Dezembro. Esta abóbora é oriunda do México. A sua casca caracteriza-se pelo seu riscado verde e branco. A polpa e as sementes são brancas. É utilizada essencialmente para a confecção de doces.

É a primeira vez que faço este doce. Não sabia que receita utilizar. Procurei nos livros e revistas que cá tenho em casa e descobri um livro de doces e compotas, da Colecção Cozinha Regional Portuguesa, de 1998, edição de Bárbara Palla e Carmo, publicado juntamente com a revista "Activa". Eis a receita:

doce

 

INGREDIENTES:

  • 1 abóbora-chila
  • açúcar
  • sal

PREPARAÇÃO:

  1. Parta a abóbora em pedaços, deitando-a ao chão (com força).
  2. Com as mãos (não podem ser usados objectos metálicos no manuseamento desta abóbora porque fica com um sabor a peixe), retire as sementes, os filamentos e a "espinha" que se encontra em todo o comprimento.
  3. Retire a parte formada por fios.
  4. Coloque-os num recipiente de loiça, cubra-os com água fria e um pouco de sal.
  5. Deixe em repouso durante 24 horas.
  6. Passado este período, separe os fios com as mãos e retire alguma semente que tenha ficado.
  7. Leve-os ao lume com água limpa e deixe ferver até ficarem bem cozidos.
  8. Depois, escorra através de um pano mas tendo o cuidado de guardar alguma da água da cozedura.
  9. Pese e reserve.
  10. Numa caçarola, deite o mesmo peso da abóbora de açúcar e um pouco da água da cozedura dos fios.
  11. Deixe cozinhar em lume médio, até obter o ponto espadana*.
  12. Junte então os fios de chila e deixe apurar por 10 minutos.
  13. Deixe arrefecer um pouco e coloque em frascos esterilizados e preparados para guardar doce, tendo o cuidado de os voltar para baixo para criar vácuo. Depois de frio, pode guardar num local seco e escuro e verá que se conserva por muito tempo.

 

 

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A descoberta do "Marie Gateaux"

por Paula, em 23.02.11

 

No sábado passado tive que ir até à Avenida de Roma, em Lisboa. Enquanto deambulava por ali até chegar ao meu destino, passei por uma casa que se chama "Marie Gateaux". Lembrou-me Paris. Fiquei com o bichinho e assim que me vi livre do meu compromisso, corri para lá. O aspecto é aconchegante. O espaço não é muito amplo de modo que nos sentimos bem recebidos. A decoração é muito mimosa, a lembrar as coisas boas da vida.

Pedi uma fatia de bolo de chocolate e um capuccino. Ambos estavam deliciosos. O bolo de chocolate estava como gosto: amargo!

O "Marie Gateaux" dedica-se à decoração de bolos, sendo que vendem também bolos à fatia, chocolates e compotas caseiras. É um sítio que vale a pena conhecer. Vejam as informações sobre o espaço aqui.

 

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Este domingo, aproveitando o bom tempo, decidi dedicar a tarde à limpeza do quintal. As ervas daninhas agradeceram a chuva e a minha falta de tempo e espalharam-se por todo o lado.

Arrancadas e juntas num molho, foram depois depositadas num canto do quintal. Aproveito-as para fazer composto natural que serve de adubo aquando das sementeiras e da troca de terra e de vaso das plantas envasadas. A sua função é a de aquecer a terra e alimentar as plantas.

Este sistema, para além de ser ecológico, contribui para a nossa saúde, na medida em que não existem quimicos adicionados às sementeiras o que se traduz numa alimentação mais natural. Este processo reflecte-se nos legumes e frutos que consumimos. A fruta que conseguimos produzir cá em casa tem sempre um aroma e um sabor muito presentes e a textura é mais fresca e contém mais suco. Não raras vezes entro na cozinha e sinto o seu aroma, o que não acontece com a fruta calibrada que se vê por aí à venda.

Seguindo os conselhos da Professora Isabel do Carmo, devemos consumir fruta da época e mais pequena porque, à partida, não terão tantos quimicos na sua cultura.

Descobri que a erva cidreira também se espalhou pelo quintal. Esta erva tem um cheiro a limão e simultaneamente apimentado que é muito agradável. Apanhei mais algumas folhas para secar, sendo certo que o período mais indicado é que decorre entre a Primavera e o Outono. 

A erva cidreira pode ser usada fresca para perfumar alguns pratos, como por exemplo as sopas, ou em pratos de peixe e saladas. Não deve, contudo, ser cozinhada na medida que, à semelhança da salsa e dos coentros, perde o seu aroma e as suas propriedades. Seca, é usada em chás e em infusões para banho.

A erva cidreira é também conhecida como Melissa, palavra grega que significa "abelha". As suas propriedades são essencialmente calmantes. Nalguma bibliografia aparece indicada para o tratamento de depressões, de estados de ansiedade, de nervos. Devido aos taninos é também recomendada para problemas de estômago. Pode ainda ser usada pelas mulheres que têm menstruações dolorosas, uma vez que alívia os espasmos do útero e pode ajudar na cicatrização da herpes.

Sugestão: faça um chá com folhas de erva cidreira e junte uma colher de mel puro. Verá como se sente melhor. O contraste do cheiro da erva-cidreira com o aroma doce do mel é muito agradável e reconfortante. E em dias de frio apetece. Pode misturar este chá com o de flor-de-laranjeira. Para um banho relaxante, faça a infusão, deixe repousar 10 minutos e depois junte à água do banho.

 

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O gosto pelos livros

por Paula, em 22.02.11

Sou fã incondicional de livros. Gosto de ler. Sempre gostei. Herdei este gene da minha mãe, assim como o gosto pela música e pelo cinema.

Contam que quando fui para a escola não sabia sequer pegar no lápis. A D. Alcina, a minha professora da primeira à quarta classe, afirmava várias vezes que jamais se esqueceria de mim porque fui a única, no largo universo dos seus alunos, a quem teve de ensinar a pegar num lápis. Tal handicap valeu-me alguns castigos porque era sempre a mais atrasada a desenhar as letras.

Mas assim que aprendi a juntar as primeiras letras, tornei o café da rua a minha biblioteca. Ia para lá e pegava no jornal para o ler. Acabava de descobrir como pegar num lápis e já o fascínio pelas letras despontava.

Cá em casa os livros apareceram tarde. Não havia dinheiro para dispender em tais coisas, de modo que os poucos que por cá apareciam eram emprestados. Recordo-me do primeiro livro (não escolar) que a minha mãe nos comprou. Fazia parte da colecção da Anita e intitulava-se "Anita mamã". Naquela altura, passava horas a folheá-lo e de tanto o fazer a capa começou a descolar.

Agora tenho alguns livros, incluindo aquele. A determinada altura comprava-os com a intenção de os guardar para ler mais tarde. Imaginava-me velhinha, sentada numa cadeira de baloiço a ler e a reler, deliciada, os livros que juntara durante uma vida. São sempre uma boa companhia. Através deles viajamos, crescemos, rimos, sofremos e aprendemos em qualquer fase deste nosso percurso que é a vida.

Hoje, recomendo um livro muito especial. Chama-se "A erva milagrosa", da Rosa Lobato de Faria com ilustrações de Rita Antunes. Trata-se de uma estória infantil que conta as aventuras de Violeta durante umas férias passadas em casa dos avós, no Norte de Portugal, através da leitura de um livro que descobre na biblioteca daquela casa antiga. Afinal, ler um livro pode tornar-se um desafio.

É mais um livro infantil que vale a pena conhecer pois está escrito de forma escorreita e apelativa para pequenos e graúdos, a que se juntam pitadas de humor, e que pode (e deve) ser lido em conjunto com pais e crianças.

Boas leituras!

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Sigo com regularidade o blog "Cinco quartos de laranja". Descobri-o há algum tempo e nem me recordo já como aconteceu. O que é certo é que gosto das receitas publicadas pela Laranjinha. São realistas, cuidadas e agradáveis. Já exprimentei algumas e gostei da mistura de ingredientes.

Não vou participar no desafio da Laranjinha, mas peguei na sua ideia e procurei no meu frigorifico algo que pudesse conjugar para fazer uma receita com apenas cinco ingredientes.

A base tinha que ser fettuccine porque gosto desta massa e porque tinha um pacote que precisava de gastar. Depois pensei que se juntasse algo muito português, não ficaria mal. Peguei em presunto da Beira Baixa laminado bem fininho e já que estava nas Beiras, mas a puxar para um ambiente italiano, porque não juntar um queijo de mistura da zona de Castelo Branco?

Pus a mão na massa e o resultado foi este:

 

Cinco Ingredientes:

- Massa fettuccine

- Fatias de presunto laminado bem fininho

- 1 fatia de queijo de mistura de Castelo Branco

- Sal

- Manteiga de alho e salsa

 

Preparação:

1. Coloque um recipiente ao lume com água, junte a massa e tempere com sal.

2. Quando começar a ferver, deixe ficar três a quatro minutos (para ficar al dente) e escorra a massa.

3. Junte uma fatia de manteiga de alho e salsa e envolva-a na massa.

4. Emprate e decore com as fatias de presunto, o queijo partido em pedaços pequenos e uma fatia de manteiga de alho e salsa.

Não coloque muito sal na massa aquando da sua cozedura porque o presunto e o queijo já têm sal, assim como a manteiga. Deixe que cada um dos ingredientes fale por si. Se a massa tiver sal a mais, irá colidir com os restantes ingredientes. A massa deve ficar quase doce para depois se ligar ao resto.

É uma receita simples, de fácil execução e excelente para se fazer num dia de semana quando temos menos tempo para nos dedicarmos à cozinha.

A manteiga de alho e salsa faz-se muito rapidamente e tem a vantagem de se poder congelar e utilizar quando se necessita para, por exemplo, completar um prato de carne grelhada, para servir como couvert juntamente com pão, para juntar a uma massa (como neste caso) ou para quando se queira dar um toque especial num prato de arroz.

Pode fazer a manteiga com as ervas ou aromas que quiser. Use a sua imaginação.

Basta escolher uma boa manteiga (eu utilizei a Président, meio-sal), junte o alho e a salsa picada e bata tudo na trituradora ou com uma vara de arames. Faça um rolo e envolva em película aderente. Pode deixar no frigorifico se for utilizá-la proximamente ou pode congelar. Neste caso, volte a envolvê-la em papel de alumínio e coloque uma etiqueta com descrição e a respectiva data. Esta manteiga não perde qualidade nem sabor e as ervas mantêm o aroma e a frescura. Retirei esta ideia da manteiga de um dos números da revista "Saberes e Sabores" publicada no Verão do ano passado.

 

 

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Dióspiros ou figos-cáqui

por Paula, em 17.02.11

Ontem comi o último dióspiro de um cesto que a minha mãe me deu no Outono. Duraram até agora.

Este é um fruto que não conhecia bem, apesar de os haver cá por casa. Já tinha tido uma má experiência e por isso não era um fruto que me apetecesse consumir. Certa vez, provei um que ainda não estava maduro o suficiente e fiquei com uma sensação de borracha na boca. Não foi muito agradável.

Como é um dos frutos favoritos da minha mãe, ela lá me convenceu a provar um que fosse "comestível". Ou seja, o dióspiro deve ser consumido de preferência quando já está muito maduro para não se ficar com aquela sensação desgradável. É nesta fase que revela a sua maciez e doçura. Agora já faz parte do rol de frutos que, na sua época, constam da minha fruteira.

O dióspiro ou figo-cáqui, como lhe chamam em Macau, é um fruto de origem japonesa que se cultiva na Ásia, nas Américas, em África, sendo que por cá também se dá bem. Pode encontrá-lo de cor alaranjada ou amarelada.

A árvore, o diospireiro, fica sem folhas quando os frutos nascem ficando apenas os ramos e os frutos. Aquela nudez é um contraste de cores que lhe confere um elemento de força e de beleza.

Quanto às suas propriedades, remeto para o blog culturas da horta.

Este ano espero ter mais um carrego deles.

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Aroma a pão quente

por Paula, em 15.02.11

 

Acordar de manhã com o aroma do pão acabado de fazer é a melhor fonte de boa disposição.

E se for acompanhado com mateiga e compota feita em casa, melhor ainda. Se a isto juntarmos um bom café, então temos um início de dia perfeito.

Gosto destes cheiros a casa, a conforto, e do som da cafeteira a borbulhar as últimas gotas de café. Trazem-me a familiaridade dos dias de infância quando ainda se fazia o café na cafeteira e o seu aroma invadia toda a casa.

Ainda não sou adepta da Nespresso porque acho que nada me conforta mais do que o som e o aroma do café a cantar na cafeteira depositada em cima do bico do fogão logo pela manhã; mas já sou adepta da máquina de fazer pão.

Receitas? Bem, ainda não experimentei nenhuma minha ou copiada ou adaptada, mas está para breve.

A de hoje é muito simples: meio pacote de farinha (500 g) já preparada para pão de mistura da Nacional e 300 ml de água morna. Verte-se a água na cuba da máquina, junta-se a farinha e prepara-se a máquina para ter o pão pronto à hora desejada.

Estes pacotes de farinha têm a vantagem de facilitar a vida porque já vêm preparados, ao mesmo tempo que nos permitem fazer uma pequena poupança já que um pacote pode dar para quatro pães de 500g. Para além disso, têm menos sal do que alguns pães que se vendem por aí.

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Revista "Faça Fácil - Cake Design"

por Paula, em 10.02.11

Reportando-me ao post anterior, informo, para quem estiver interessado ou estiver mais distraído, que o n.º 2 da revista "Faça Fácil - Cake Design", edição portuguesa, já está nas bancas. Este número é dedicado ao dia dos namorados e ao dia do pai.

Esta revista surpreendeu-me pela positiva. Já conhecia a versão brasileira, mas esta, supera aquela sem sombra de dúvida. A qualidade dos trabalhos é boa, sem ser excelente. Contudo, porque se trata de uma revista dirigida também a um público que não é profissional do sector, acho que as propostas apresentadas constituem óptimas sugestões e inspirações para os curiosos desta arte. Já fazia falta no nosso mercado uma revista com trabalhos feitos pelas nossas decoradoras de bolos.

O meu destaque sobre os temas em questão vai para os trabalhos "Romance no jardim", da Ana Cristina Silva, e para o "Mensagem de amor", da Carina Costa (com quem tive o prazer de fazer o workshop nível 1 e 2 de decoração de bolos, na "Isto Faz-se") sobre o tema do dia dos namorados.  Sobre o tema relativo ao dia do pai, destaco o  "Papá, são para ti...", "Passeio com o papá", este último da Elisabete Caseiro.

Gostaria, ainda, de destacar o bolo de casamento "Sublime tentação", da Lucinda Colaço que não sendo, na minha opinião, um bolo de execução brilhante devido (apenas) aos acabamentos no topo - eu optaria por menos informação -, ganha pela originalidade e pela ousadia nele empregues.  

Os meus sinceros parabéns aos mentores desta edição e um bem-haja às decoradoras que partilham com os demais os seus trabalhos, inspirando-nos com eles e ajudando-nos também a criar o nosso espaço enquanto curiosos.

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Bolo da Hello Kitty

por Paula, em 10.02.11

 

 

aqui referi que gosto de bolos decorados e, por isso, desde que conheci esta arte, tenho feito alguns para a família e para alguns amigos.

Desta vez, concederam-me o privilégio de fazer um bolo para uma menina exigente e de bom gosto - a minha sobrinha!

Foi um bolo decorado com a ajuda da aniversariante que não só ajudou, como também decidiu que bolo faríamos. A escolha recaiu num bolo de chocolate, cuja receita retirei da edição portuguesa da revista "Faça Fácil", n.º1, publicada em Dezembro de 2010.

Para o recheio, optei pelas natas batidas com açúcar baunilhado.

A cobertura é feita com pasta de açúcar que adquiri na loja de decoração de bolos "Isto Faz-se".

Ficou fresco, fofo e delicioso.

 

 

 

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A minha empada de... coelho

por Paula, em 08.02.11

Ao fim-de-semana tenho o hábito de deixar alguns pratos cozinhados para consumir durante a semana porque me facilita a vida doméstica, uma vez que levo sempre o almoço de casa. Para além disso, é nestes dias que tento utilizar mais o forno por forma a poupar energia, utilizando-o para fazer várias coisas para guardar. Há redução no consumo de energia porque não aqueço o forno várias vezes, mas apenas uma.

Este fim-de-semana descongelei um coelho (dos que são criados à moda antiga, com muita verdura), mas não queria fazê-lo como habitualmente. Apetecia-me algo reconfortante e delicioso. Por isso, decidi fazer uma empada gigante.

Eis, pois, a minha receita de empada de coelho:

 

 

 

INGREDIENTES:

  • 1 coelho
  • 1 ramo de carqueja (sem a flôr)
  • 1 colher de chá de coentros em pó
  • 2 cebolas
  • 2 dentes de alho
  • 2 cenouras
  • 1 molho de espinafres (ou uma embalagem de espinafres congelados)
  • 2 embalagens de massa folhada (utilizei do Pingo Doce)
  • Azeite q.b.
  • Margarina q.b.
  • Sal q.b.
  • Flôr de sal q.b.
  • Pimenta preta
  • 1 colher de chá de pasta de tomate caseira *(opcional)
  • 1 ovo (opcional)
  • 1 cálice de vinho branco

* Esta pasta é uma conserva de tomate caseira, feita com alho, azeite e bastante sal. Logo que possível deixarei aqui a receita.

 

PREPARAÇÃO:

  1. Coloque o coelho, uma cebola, um dente de alho inteiro, sal, pimenta, os coentros em pó e o ramo de carqueja numa panela e cubra com água, deixando-o cozer.
  2. Arranje os espinafres e coza-os temperados com sal.
  3. Depois de o coelho estar cozido, retire-o da panela e deixe-o arrefecer um pouco.
  4. Ligue o forno para os 180.º, na modalidade para bolos.
  5. Desfie o coelho.
  6. Num tacho, coloque o azeite, a margarina, a cebola cortada grosseiramente em meias luas, o outro dente de alho partido e deixe alourar.
  7. Junte as cenouras raladas e deixe-as cozinhar um pouco.
  8. Junte o coelho já desfiado, tempere com flôr de sal e com a pasta de tomate caseira*, se tiver, e deixe apurar um pouco mais.
  9. Regue com o vinho branco e deixe evaporar.
  10. Finalmente, junte os espinafres já cozidos e escorridos.
  11. Numa tarteira forrada com papel vegetal, coloque a massa folhada.
  12. Preencha com o recheio, cubra com a segunda massa folhada e feche.
  13. Bata o ovo e pincele a massa por cima (opcional).
  14. Leve ao forno por 30 minutos aproximadamente ou até a massa estar dourada.

Esta tarte fica leve e deliciosa e pode ser servida fria, constituindo uma boa opção para levar para um almoço no trabalho, ou assim que se tire do forno.

  

 

Bon apetit!

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