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O nome indica logo a sua origem: França, claro está! Mas este molho não me lembra os franceses, mas antes a genuína Julia Child na sua cozinha parisiense com bancadas que quase lhe davam pelos joelhos onde ela, tal qual alquimista dotada, inventava e aperfeiçoava molhos e maioneses.

 

Reza a história que o molho rouille faz parte da bouillabaisse - que uns dizem ser uma caldeirada da zona de Marselha e os mais entendidos afirmam que se trata de uma sopa -, mas também é excelente para acompanhar qualquer prato de peixe quente ou frio. Esta receita é uma versão mais rústica e mais fácil de confeccionar uma vez que goza de alguns "atalhos".

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 INGREDIENTES

3 alhos, cortados em lâminas finas

1 batata pequena cozida e cortada em cubos

1 c. de sopa de azeite

6 fios de açafrão

1 pitada de paprica

1 pitada de sal

200 ml de água

200 g de maionese

 

PREPARAÇÃO

Colocar todos os ingredientes (excepto a maionese) e deixar fervilhar um pouco. Esmagar a batata com a ajuda de um garfo, deixar arrefecer um pouco e adicionar a maionese. Mexer bem com um fouet (batedor de claras) para tornar o molho mais fofo. Servir com peixe e uma salada verde ou simplesmente com pão.

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Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Pudim de frutos vermelhos

por Paula, em 06.05.15

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Quem disse que uma sobremesa tem que ser doce!? Nada mais errado. Há sobremesas que se podem confeccionar com menos açúcar sem comprometer o sabor e a etapa da refeição. Ou seja, mesmo com menos açúcar continuará a ser uma sobremesa! É o caso deste pudim de frutos vermelhos que vi o Rudolph van Veen fazer num dos seus programas. Não memorizei a receita, por isso este é o resultado de algo que foi acontecendo sem ser programado e muito ao ritmo das mãos que comandaram este serviço de cozinha caseira.

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 INGREDIENTES

1 embalagem de pão de forma integral (sem côdea)

500 g de morangos frescos, lavados e cortados em metades

300 g de framboesas (congeladas)

300 g de mistura de frutos vermelhos (congelada)

1 vagem de baunilha

200 g de açúcar

Sumo de limão q.b.

 

PREPARAÇÃO

Lavar os morangos e cortar em metades. Reservar.

 

Cobrir uma forma de loiça redonda (ou tigela larga) com película aderente deixando comprimento suficiente para cobrir a abertura da forma.

 

De seguida, forrar a forma com o pão calcando para que este adira bem dos lados. Reservar.

 

Colocar metade dos frutos vermelhos num tacho juntamente com o açúcar, a vagem de baunilha e o limão. Deixar levantar fervura e cozinhar cerca de 5 minutos. Adicionar os restantes frutos vermelhos e deixar que cozinhem um pouco.

 

Tirar do lume e deitar um pouco da calda num recipiente e reservar. Deitar o preparado na forma, calcando à medida que se vai deitando de modo a que o pão absorva bem o liquido. Cobrir com mais fatias de pão e fechar com a película aderente. Com um prato calcar bem para que o pão continue a absorver os sucos de fruta e a mistura fique compacta. Levar ao frigorifico (com o prato a cobrir a forma e a fazer peso) de um dia para o outro.

 

Na hora de servir, abrir a película aderente que cobre a parte superior e deitar o pudim num prato de servir. Regar com a calda que se reservou e enfeitar com frutos vermelhos frescos. Servir com natas batidas ou com gelado de baunilha.

 

Se se desejar uma consistência mais firme dever-sé-á utilizar 4 a 5 folhas de gelatina que se demolham num pouco de água e se dissolvem levando o recipiente ao microondas durante 10 segundos e envolver no preparado de frutas.

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É um pudim diferente, cheio de sabor a fruta e com muita cor. O pão fica óptimo nesta conjugação. É o Verão na mesa. Uma receita vencedora!

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Sopa exótica de acelgas e coco

por Paula, em 05.05.15

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Correm os dias sem caminhos traçados ou rumos inventados. O caminho faz-se caminhando sem projectos ou ideias que me façam tropeçar nos imprevistos que inquinam qualquer plano. De rumos já não quero saber. De caminhos por outros traçados também não. A vida quer-se inventada todos os dias. Quero momentos especiais em dose certa para os registar na memória dos dias quentes.

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INGREDIENTES

2 batatas médias

1 cebola

1 dente de alho

1 curgete

1 alho francês

1 chuchu

1 molho de acelgas

150 g coco ralado

500 ml de caldo de peixe caseiro (ou outro a gosto)

200 ml de água

Sal a gosto

1 malagueta ou piri-piri fresco

Crème-fraiche q.b.

 

PREPARAÇÃO

Descascar as batatas e parti-las em cubos. Descascar o alho e a cebola e partir ao meio. Lavar os restantes legumes e parti-los em pedaços.

 

Colocar os legumes numa panela, cobrir com o caldo e a água e levar ao lume até levantar fervura. Adicionar o coco ralado e deixar cozinhar.

 

Com a ajuda da varinha mágica, reduzir a sopa a puré e rectificar os temperos tendo em atenção que o caldo já tem sal e por isso não se coloca no início.

 

Servir quente com uma colher de sopa de crème-fraiche e piri-piri fresco picado.

 

 

O sabor do coco domina e lá no fundo sente-se o picante que permanece no palato. Nice!

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Creme de cogumelos

por Paula, em 27.04.15

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Há um filme de que gosto bastante em que o protagonista da história é um jovem negro que tem um especial talento para a escrita e, em rigor, para os estudos e para o desporto. Todavia, adopta um comportamento que não o destaca dos demais. A verdade é que ele trabalha para não se distanciar dos seus amigos mantendo um low profile nos estudos.

 

Mas chega o dia em que Jamal Wallace tem que decidir o seu destino e tem que mostrar aquilo que vale. Nos exames finais, o seu espírito inteligente conhece a luz. Para espanto da mãe e do irmão mais velho, o jovem é convidado para ser aluno num colégio privado de alto gabarito. A decisão não é fácil: estudar e ajudar a mãe que sempre lutou sozinha para lhe dar uma vida digna ou ficar e manter-se fiel aos seus amigos e ao estilo de vida confinado a pequenas esperanças?

 

É neste conturbado momento que Jamal se cruza com um velho rezingão que há vinte anos se recusa a sair de casa. Este homem maduro e (não menos) experiente, vai levar o jovem talento numa interessante viagem em busca da sua própria escrita. O súbito mentor é, na verdade, um escritor galardoado pelo seu único trabalho dado à estampa. 

 

Numa ocasião em que ambos estão em casa de William Forrester, Jamal fica espantado por ver o amigo utilizar leite para engrossar a sopa. Da sua voz parece surgir uma critica à própria mãe por esta não usar o mesmo método nas sopas que confecciona. Então, Forrester lembra-o de que ela trabalha bastante mas que isso não chega para colocar na mesa todos os ingredientes (de luxo!) que ela gostaria de ter. Uma lição entre muitas e uma pergunta que ficaria para sempre como um código secreto entre ambos. A soup question não é fácil.

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INGREDIENTES

500 g de cogumelos sortidos

(utilizei uma embalagem de sortido de cogumelos congelados do Continente)

10 espargos frescos

1 cebola, picada

7 dl de caldo vegetal (ou água)

1,5 dl de natas

10 g de manteiga

Um fio de azeite

Sal e pimenta a gosto

 

PREPARAÇÃO

Arranjar os espargos, retirando a parte mais fibrosa e retirando a pele com a ajuda de descascador. Num tacho colocar água suficiente para cozer os espargos a vapor durante cerca de 10 minutos, dispondo-os em acessório adequado por cima do referido tacho.

 

Numa panela, colocar o azeite e a cebola e deixar que esta aloure. De seguida, juntar os cogumelos já escorridos, envolver e deixar que libertem os seus sucos.

 

Acrescentar o caldo (ou a água) e deixar cozer durante aproximadamente 30 minutos em lume brando. Tirar do lume e reduzir a creme com a ajuda da varinha mágica.

 

Finalmente, juntar as natas e temperar com sal, pimenta e acrescentar a manteiga. Mexer para que tudo se envolva e se funda num creme exótico e saboroso.

 

Servir quente e finalizar com os espargos partidos em pedaços.

 

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 Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

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Peito de frango recheado

por Paula, em 26.04.15

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Uma das afirmações que ouço com alguma regularidade, no que concerne a carne frango, é a de que não apreciam a parte do peito por ser muita seca. Ao contrário desta corrente, eu prefiro esta parte à suculenta “pernoca” da referida ave.

 

Uma forma de tornar o peito de frango mais apetecível é recheá-lo. Por isso,  sugiro um peito de frango recheado com um saboroso queijo-creme com alho e ervas aromáticas. Sem margem para dúvidas: de-li-ci-o-so!

 

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INGREDIENTES

2 peitos de frango

150 g de queijo-creme com alho e ervas aromáticas*

Sal e pimenta a gosto

1 rodela de gengibre fresco, ralado

Espargos q.b.

Azeite q.b.

 

PREPARAÇÃO

Aquecer o forno a 200.ºC.

 

Abrir os peitos de frango ao meio, com a ajuda de uma faca. Temperar com o sal, a pimenta e o gengibre. Rechear com o queijo-creme e fechar com a ajuda de uns palitos.

 

Dispor em travessa forrada com papel vegetal e regar com um pouco de azeite ou manteiga.

 

Cobrir a travessa com papel de alumínio e levar ao forno durante 30 minutos. Ao fim desse tempo, retirar o papel de alumínio e deixar que a carne aloure.

 

Servir com espargos cozidos em vapor e arroz negro.

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* Pode fazer o seu próprio queijo-creme, juntando o queijo, alho e ervas aromáticas a gosto, mexendo tudo muito bem.

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

 

Música: "The days of wine and roses", by Laverne Butler

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Liberdade, sempre!

por Paula, em 25.04.15

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Música: "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso

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Salada de funcho e toranja

por Paula, em 22.04.15

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Com a chegada do bom tempo, começamos a pensar em comidas mais leves que nos ajudem a manter a linha e a sentirmo-nos bem. Pois aqui estão boas notícias: um dos ingredientes desta salada é muito útil na digestão de gorduras, ajudando no controlo da obesidade e do peso. Nós por cá não o utilizamos muito, mas quem o prova fica a gostar. Tem um sabor anisado e pode ser consumido cru ou cozinhado: fica ao gosto do comensal! Refiro-me ao funcho, um tubérculo rico em cálcio, magnésio, fósforo, sódio, ácido fólico, vitamina C, potássio e fitoestragénios. Só coisas boas que não devemos dispensar.

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INGREDIENTES

1 bolbo de funcho bem arredondado

2 toranjas

1 c. de chá de açúcar amarelo

2 c. de sopa de vinagre balsâmico

1 c. de café de tabasco

2 c. de sopa de mel

1 c. de sopa de azeite virgem extra

Sal e pimenta a gosto

 

PREPARAÇÃO

Retirar a primeira folha do funcho, lavar e cortar em fatias. Retirar a casca de uma toranja, tendo o cuidado de retirar a parte branca. Cortar em fatias e polvilhar com um pouco de açúcar. Dispor o funcho e a toranja num prato de servir.

 

De seguida, espremer a outra toranja e coar o sumo. Levar ao lume e deixar que reduza para metade. Deixar arrefecer.

 

Finalmente, adicionar o mel, o vinagre, o azeite, o tabasco, o sal, a pimenta e o azeite ao sumo da toranja e emulsionar com a ajuda da varinha mágica para que fique bem misturado. Rectificar temperos, se necessário, e temperar a salada.

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Para se consumirem crus, devem escolher-se os bolbos mais arredondados que têm um sabor mais doce e são mais tenros, sendo melhores que os mais aguçados que têm uma textura mais fibrosa e são menos doces.

 

Então, consegui captar a vossa atenção para a confecção desta salada colorida e fresca?

 

Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

 

Música: "No One", by Alicia Keys

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Ontem, foi dia de limpar o frigorífico e de fazer uma refeição rápida. O resultado foi esta fritatta que ficou colorida e deliciosa, como que a pedir que o Verão se apresse. Gosto destes pratos que para além de deliciosos me enchem o olhar de cor e de alegria.

 

A batata-doce é um tubérculo de fácil digestão e altamente nutritiva. Contém cálcio, magnésio, potássio, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, fósforo e betacaroteno. Tem um sabor e uma textura agradáveis e liga bem com diversos alimentos. Mais conhecida no sul do País, é um ingrediente que tenho regularmente em casa, a par dos ovos.

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INGREDIENTES

1 batata-doce

6 ovos

125g de queijo mozarella (pequenos)

150g de tomate-cereja

1 chalota, picada

1 dente de alho, picado

1 fio de azeite

1 c. de sopa de manteiga

Pimenta a gosto

Sal fino a gosto

1 c. de chá de óleo de trufas

1 c. de chá de sarpão seco

1 rodela de gengibre fresco, ralado

 

PREPARAÇÃO

Cozer a batata-doce com casca em água temperada com sal. Quando estiver cozida, partir em rodelas largas, retirar a casca e depois partir em quadrados. Reservar.

 

Numa frigideira larga, colocar o azeite e a chalota. Deixar alourar e adicionar o alho. De seguida, juntar o tomate-cereja e a batata-doce. Deixar cozinhar cerca de 2 a 3 minutos. Depois, adicionar a manteiga.

 

Entretanto, bater os ovos com um pouco de sal fino, pimenta, o sarpão, o gengibre e o óleo de trufa.

 

Aquecer o forno a 175.ºC.

 

Deitar o preparado de ovo sobre o tomate-cereja e a batata-doce. Dispor o queijo por cima e deixar cozinhar até que a borda fique firme e o centro comece e ficar seco. Levar ao forno por mais 2 ou 3 minutos até acabar de cozinhar e o queijo derreter.

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Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

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Os Jardins e Palácio Marquês de Pombal recebem nos dias 2, 3 e 4 de Julho, o Sushi Fest. Trata-se do primeiro festival de sushi da Europa.Trendy, inovador e exclusivo, o Sushi Fest vai reunir reconhecidos chefs de sushi e alguns dos melhores nomes da música portuguesa ao vivo.

 

Com um programa gastronómico e musical inovador e com uma área dedicada à cultura japonesa, ou não fosse Portugal um país também conhecido pela sua multiculturalidade, a organização do Sushi Fest promete que este será uma cool party, onde o público vai poder saborear um jantar com o melhor sushi e sashimi da máxima qualidade e frescura. Uma experiência única que ninguém deve perder.

 

Este evento de fusão de música portuguesa e gastronomia japonesa conta com o apoio institucional da Câmara Municipal de Oeiras, da Embaixada do Japão, da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Japonesa, da Associação de Amizade Portugal-Japão e do Turismo de Portugal.

 

A organização irá disponibilizar em breve mais informações sobre o calendário de concertos, a aquisição dos bilhetes e respectivos horários.

 

É um evento a não perder, não só pelos amantes daquela especialidade japonesa, como também por aqueles que nunca provaram. Para os primeiros, é uma oportunidade de conhecer e provar o trabalho de chefs da especialidade; para os segundos, é a uma boa forma de se estrearem neste tipo de gastronomia.

 

Mais informações em: www.sushifest.pt

 

Bom apetite e boas descobertas!

 

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Gemelli com funcho e piso de poejos

por Paula, em 14.04.15

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Desde que me lembro que gosto de massa, principalmente de esparguete. Hoje, sou mais contida no consumo das massas, mas mesmo assim, há dias em que não resisto a um bom prato de pasta simples. É absolutamente divino e excelente para recuperar o bom humor.

 

Gemelli significa «gémeos». Neste caso, refere-se a um tipo de massa que consiste em duas peças ou partes que são atadas juntas. Faz lembrar a massa fusilli e é deliciosa.

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INGREDIENTES

100 g de massa gemelli

2 bolbos de funcho, cortados em fatias

1 dente de alho, picado

1 filete de anchova, picada

1 c. de sopa de azeite

1 c. de sopa de manteiga

200 g de tomate-cereja

Piso de poejos q.b. (utilizei o da Sabores da Ponte)

Azeitonas pretas descaroçadas, q.b.

Sal e pimenta a gosto

 

PREPARAÇÃO

Deitar o azeite, a manteiga e o alho numa sertã para aromatizar. Juntar a filete de anchova. De seguida, colocar o tomate-cereja e o funcho e envolver. Temperar com sal e pimenta a gosto.

 

Num tacho, deitar a massa gemelli em água bem quente temperada com sal e deixar cozinhar de acordo com as instruções da embalagem.

 

Quando o funcho estiver cozinhado, juntar a massa já cozinhada e as azeitonas e envolver. Finalizar com o piso de poejos.

 

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 Bom apetite!

Que bos faga bun purbeito!

 

Música: La Venus du Mélo, de Stacey Kent

 

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